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A África, em especial a África do Sul, é um destino fascinante para crianças, recomendável a partir dos 4 anos. Além de aguçar os sentidos, educar sobre a natureza e permitir novas descobertas, é uma viagem segura, confortável e que agrada a toda a família. Para outros destinos, recomendamos a partir dos 8 anos, com o cuidado de sempre evitar regiões com alta incidência de malária.

Naturalmente. Além de oferecer os melhores produtos de viagem que existem para a África, a ACT oferece os melhores níveis de comissionamento para o agente, treinamento e qualificação do destino e a certeza de satisfação completa ao seu cliente.

A regra para qualquer viagem é sempre levar o mínimo de bagagem possível, mas com o que for essencial para o seu conforto. É uma equação difícil, mas sempre a tendência é levar (muito) mais bagagem que o necessário. Seja econômico na hora de empacotar, coerente com o clima do destino na época da viagem e lembre-se que viagens na África, mesmo as que envolvem luxo e sofisticação, têm muito a ver com conforto e bem-estar. A maioria esmagadora das pessoas não vai prestar atenção na forma como você está vestido, exceto em viagens de alto luxo que possuem um padrão específico. Evite roupas chamativas e de cores fortes no safári. Prefira roupas mais simples e discretas se visitar regiões mais pobres ou rurais. Lembre-se que as regiões meridionais da África são frias no inverno, e mesmo no verão as noites podem esfriar bastante.

Atlantic Journeys é a maneira mais personalizada e sofisticada de se fazer uma viagem para a África, Ásia ou Oceania. Utilizando como ponto de partida nossos roteiros pré-formatados ou simplesmente informando o seu perfil e expectativa em relação à viagem, elaboramos um roteiro único e sob medida para as suas necessidades e desejos, com base no nosso profundo conhecimento do destino, possibilitando a melhor logística, as mais interessantes atrações e as mais sofisticadas reservas de safári e opções de hotelaria.

Todas as viagens no continente africano para grupos, grandes ou pequenos, segmentadas e que demandam alto grau de expertise em termos de operação, logística e especificidade, estão dentro da divisão Atlantic SPOT (Special Projects of Travel). Para citar alguns dos segmentos que são atendidos dentro da divisão Atlantic SPOT:
· viagens de incentivo
· viagens empresariais, corporativas e team-building
· feiras e eventos na África
· viagens de formatura
· viagens educacionais
· viagens de aventura
· viagens complementares para cursos de idiomas
· viagens e torneios desportivos

Seguro de viagem é um plano de assistência no exterior que inclui uma cobertura contratual referente a uma série de serviços indispensáveis no caso de emergência, tais como: assistência médico-hospitalar, odontológica, farmacêutica, jurídica, extravio de bagagem, repatriação e muitos outros, de acordo com as condições de cada plano. Este seguro também pode incluir cobertura para cancelamento da viagem, o que é extremamente recomendável.

O safári praticado em qualquer viagem da ACT é fotográfico e possui como objetivo principal e geral a contemplação da natureza. Outros objetivos secundários podem existir para cada indivíduo, como observar uma espécie determinada, procurar os Big 5 (leão, leopardo, elefante, búfalo e rinoceronte) ou acompanhar um fenômeno migratório. Os safáris guiados duram cerca de 3 horas e normalmente ocorrem de manhã cedo, no final da tarde ou início da noite (safári noturno).

Turismo sustentável é aquele que atende, simultaneamente, às necessidades dos turistas e das regiões receptoras, ao mesmo tempo em que protege e amplia as oportunidades para o futuro. É um condutor ao gerenciamento de todos os recursos, de tal forma que as necessidades econômicas, sociais e ambientais possam ser satisfeitas sem desprezar a manutenção da integridade cultural, dos processos ecológicos essenciais, da diversidade biológica e dos sistemas que garantem a vida.

A ACT é uma operadora IATA focada no destino África e que atua desde 1996 no mercado brasileiro, privilegiando a qualidade do roteiro, opções de acomodação e atendimento, através da profunda especialização no destino. O diretor da ACT, Adriano Lucchesi, bacharel em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, MBA em economia do turismo pela FEA/USP e mestre em turismo pela ECA/USP, é reconhecido pela South African Tourism (SAT, órgão de turismo do governo sul-africano) como especialista em África do Sul no Brasil. A ACT possui sede própria e privilegia uma relação ética e profissional com seus clientes, fornecedores e colaboradores, e optou estrategicamente por priorizar qualidade de atendimento e não volume de vendas.

Praticamente todos: bungee jump (o maior do mundo), rapel, escalada, rafting, sky-dive, shark-dive, mountain bike, sandboard, kloofing e muito mais. A África do Sul é um dos grandes centros mundiais de esportes radicais e atividades ao ar livre.

A hotelaria das regiões turísticas da África é de excelente qualidade, mas a classificação não se limita aos critérios convencionais, pois muitas vezes temos reservas de safari e parques nacionais inclusos nos roteiros. Por isso adotamos uma classificação específica:

  • 4* custo x benefício: hotelaria de qualidade com ótima localização e preços, sem serviços especiais e maiores luxos. Praticidade e conveniência.
  • 4* superior: as melhores opções disponíveis antes da faixa dos 5*, muito utilizados por famílias com crianças. Conforto e segurança.
  • 5* especial: opções diferenciadas em termos de luxo e serviços, mas atentando para condições tarifárias especiais e vantajosas. Sofisticação e tranquilidade.
  • 5* top: as melhores opções disponíveis em cada local, a combinação perfeita de todos os elementos da hotelaria com personalização e requinte máximos.

Os roteiros Journeys permitem a escolha de qualquer um dos níveis de hospedagem acima. Os roteiros Collection são exclusivamente na opção 4* custo x benefício.

Os países africanos apresentam grandes contrastes entre si e as generalizações são inadequadas. A maioria dos países da África Meridional e do Leste (especificamente África do Sul, Namíbia, Botswana, Lesotho, Swazilândia, Zâmbia, Malawi, Moçambique, Quênia, Tanzânia, Uganda e Ruanda) gozam de estabilidade política e oferecem condições muito favoráveis ao turismo em seus domínios. Há problemas sociais, mas a violência urbana não é endêmica como no Brasil e as regiões turísticas são muito seguras. A África do Sul e a Namíbia possuem excelente infra-estrutura de transportes, as estradas são seguras e bem sinalizadas, a aviação é organizada e confiável. Mesmo países com infra-estrutura menos desenvolvida, como Zâmbia ou Malawi, possibilitam viagens seguras e autênticas. Os países do norte, Etiópia, Sudão e Egito, são mais voláteis e merecem alguns cuidados especiais, que são abordados especificamente em cada roteiro específico. Precauções específicas com saúde devem ser observadas, especialmente em áreas de alta incidência de malária (veja informação específica). Em síntese, com bom senso e informação adequada, os nossos destinos na África são muito seguros. Obviamente, não oferecemos ou interrompemos pacotes em qualquer destino que venha a apresentar problemas sanitários, conflitos étnicos, guerra civil, risco de terrorismo ou instabilidades político-sociais.

Cada um dos roteiros do nosso site possui a indicação da melhor época para viajar. Em termos gerais, a África do Sul é ótima para se viajar durante o ano inteiro, mas o foco da sua viagem deve determinar a época mais conveniente. Os melhores meses para safári no Kruger são março a novembro, para se evitar o calor do verão. Para quem procura praias, atividades outdoors e calor, o raciocínio inverso: melhor de outubro a abril. Para Garden Route e Cape Town, evite os meses chuvosos e frios de inverno (junho a agosto). Como a maioria das pessoas busca uma combinação das melhores atrações, há ótimas opções ao longo do ano, basta escolher o roteiro mais correto para cada sazonalidade e de acordo com a sua preferência. Salvo raras exceções, o mesmo raciocínio é utilizado para os outros países da África e Ilhas do Índico. Os países da África Meridional em geral apresentam grande amplitude térmica no inverno (noites frias e dias amenos, com muito sol e pouca chuva), enquanto no verão temos alta temperatura e aumento das chuvas, intensas e intermitentes, entre períodos de sol forte. A África do Leste e as Ilhas do Índico apresentam clima agradável e ensolarado, bem distribuído ao longo dos doze meses do ano, mas deve-se evitar a época das chuvas (com variações, mas via de regra março a maio no leste e dezembro a março nas ilhas). Para safáris no Quênia e Tanzânia devemos considerar os fluxos migratórios dos gnus, que variam a cada ano. 

A ACT foi fundada no dia 13 setembro de 1996, por um administrador de empresas, um economista e um engenheiro que haviam acabado de passar quase um ano viajando pela California, Austrália, Ásia e Europa, após a formatura na faculdade. A proposta inicial da empresa era oferecer viagens não-convencionais em destinos pouco explorados no mercado brasileiro.

A resposta varia de acordo com cada indivíduo, o destino e o tipo de pacote adquirido. Lodges de safári e alguns resorts nas ilhas incluem pensão completa, reduzindo os gastos extras. De forma geral, US$ 50 a 100 por pessoa por dia de viagem é uma boa referência. É possível gastar menos e obviamente muito mais, mas para despesas cotidianas gerais, sem incluir passeios e atividades opcionais, normalmente é uma estimativa adequada.

Há apenas dois sistemas de transporte público urbano recomendáveis, ambos na África do Sul: o sistema Gautrain, trens de superfície conectando o Aeroporto Internacional de Johannesburg com as áreas metropolitanas de Johannesburg e Pretoria, e o sistema MyCiTi, excelente opção para transporte em Cape Town, incluindo o aeroporto.

Recomendamos evitar regiões de malária, grandes deslocamentos terrestres ou regiões remotas e distantes dos maiores centros turísticos. Algumas reservas privadas de safári e hotéis de luxo não aceitam crianças.

Os roteiros Atlantic Collection são perfeitos para quem deseja visitar a África de forma econômica, mas com qualidade, conforto e segurança, através de criteriosa seleção de hotelaria padrão 4 estrelas com o melhor custo x benefício, localização e praticidade. Em outras palavras, miramos o mesmo público que adquire produtos de viagem em sites de agências online, mas deseja ter a opção de escolher roteiros mais atraentes, com um atendimento de qualidade superior e suporte confiável antes e durante a viagem.

Os roteiros Atlantic Journeys são mais indicados para casais e famílias com experiência em viagens e que sabem perfeitamente aquilo que desejam encontrar em cada uma delas. O aproveitamento da viagem será maior na medida em que a comunicação em inglês não for um problema. No caso de roteiros para casais ou famílias na África do Sul, estar disposto a dirigir um carro alugado possibilita conhecer muito além dos roteiros convencionais, com toda a segurança e orientação. Estamos acostumados a atender as expectativas mais exigentes de nossos clientes em termos de hotelaria e sofisticação, mas repudiamos escolhas com base meramente em tendências ou símbolos de status. Privilegiamos viagens exclusivas e inteligentes, para clientes exclusivos e inteligentes.

O safári é uma atividade cara pois envolve custos altíssimos na conservação dos parques, reservas e lodges em regiões remotas, entre outros fatores. No caso das reservas privadas e lodges, o alto nível dos serviços também contribui para elevar os preços, bem como taxas e impostos governamentais. Em tese, a forma mais em conta de se fazer um safári de qualidade é visitando de carro um parque nacional na África do Sul (como o Kruger National Park). Mas só é indicada para quem possui tempo disponível e experiência prévia em safári.

A ACT possui três divisões internas, que trabalham com produtos distintos, mas sempre com o foco no continente africano. São elas:

  • Atlantic Journeys: roteiros exclusivos e personalizados, atendendo a um público com demandas específicas e que necessita de profunda especialização no destino.
  • Atlantic Collection: pacotes prontos e descomplicados, com o compromisso de oferecer um produto de qualidade, com o melhor preço do mercado brasileiro. 
  • Atlantic SPOT (projetos especiais em viagens): viagens especiais e segmentadas que demandam alto grau de expertise em termos de operação, logística e especificidade. 

Além das 3 divisões internas, temos o Travel Club, que oferece viagens exclusivas aos nossos clientes frequentes em destinos não-convencionais fora do continente africano, e a marca Brasil Backpackers, que atua no segmento de viagens internacionais de aventura e expedições overland.

Para voos internacionais da South African Airways (SAA), com origem no Brasil e em classe econômica, o limite de bagagem despachada é de dois volumes, cada um podendo conter até 32 kilos e soma das dimensões (altura, largura e profundidade) de até 158 cm. Não é permitido, por exemplo, uma mala com 40 kilos e outra com 24 kilos (a de 40 vai pagar excesso). Volumes extras ou fora da dimensão padrão (como pranchas de surf, esquis e varas de pesca) também pagam excesso e o valor cobrado varia de acordo com as dimensões, peso, país de origem e destino. Em conexões imediatas SAA, vale a mesma franquia dos voos internacionais. Nos voos domésticos SAA na África do Sul e regionais na África, emitidos em conjunto com os voos internacionais, o limite de bagagem é de dois volumes, cada um podendo conter até 23 kilos e soma das dimensões (altura, largura e profundidade) de até 158 cm. É permitido um volume de mão por passageiro, com máximo de 8 kgs e dimensões de 56 x 36 x 23 cm (altura x largura x profundidade), padrão mochila ou maleta de mão, mais um volume pequeno como bolsa ou pasta de laptop. Voos de outras companhias e transfers aereos entre reservas de safári possuem regras específicas, favor consultar. 

O planejamento e prática do turismo sustentável é a mais eficaz forma de evitar a ocorrência de danos irreversíveis aos meios turísticos, de minimizar os custos sociais, econômicos e ambientais que afetam os moradores das localidades, e de otimizar os benefícios do desenvolvimento turístico.

De uma forma geral, nos países com vocação para o turismo, excelente. Mesmo em países menos desenvolvidos, como Moçambique, planos ambiciosos e investimentos no complexo turístico vêm sendo feitos com competência. Isso gera ilhas de excelência dentro de países com inúmeras dificuldades, mas que proporcionam ótimas experiências ao turista. Da mesma forma, países como Quênia e Tanzânia, que possuem infra-estrutura pouco desenvolvida, apresentam excelentes serviços turísticos e oferecem alternativas para que os visitantes não tenham contato com as deficiências estruturais. A África do Sul possui serviços turísticos de primeiro mundo.

A segurança na prática de esportes radicais está relacionada à qualidade do equipamento, ao profissionalismo e competência dos guias e instrutores. A África do Sul é referência internacional neste mercado e as empresas necessitam de autorização especial do governo para poder atuar neste ramo. Qualquer atividade que seja indicada pela ACT está dentro dos mais rigorosos padrões de segurança internacionais.

Cada indivíduo tem o seu estilo pessoal de viajar e isso gera diferentes possibilidades de roteiro e logística. Uma viagem guiada na Tanzânia é muito diferente de uma estada em resort em Mauritius ou de um roteiro self-drive na África do Sul. Considerar a sinergia do destino com a logística possível ou preferível naquele destino é o que permite que a escolha do seu roteiro esteja em harmonia com o seu perfil e a sua preferência naquele momento. 

Todos os produtos comercializados pela ACT com origem no território brasileiro incluem o Touristcard Fly Plus, um seguro com cobertura básica, eficiente e assistência 24 horas por dia, sete dias por semana, através de uma central de atendimento em português. É possível adquirir outros seguros com coberturas mais abrangentes e limites maiores mediante suplemento. Por favor consulte-nos sobre as coberturas e limites antes de adquirir o seu pacote.

Em viagens para a África do Sul, compre sempre dólares norte-americanos ou euros. Em outras localidades da África, o dólar é a melhor opção. Sempre é necessária uma nova troca pela moeda local no país de destino, a única moeda africana que pode ser comprada já no Brasil é o rand sul-africano. Mas é um conforto ainda caro, pois as cotações do rand no Brasil não costumam ser favoráveis.

Sim, mas os níveis de comissionamento são diferentes em cada divisão, e se um passageiro inicia o atendimento de uma viagem diretamente com a ACT, não será aceita a intermediação da agência para aquela viagem específica.

A Atlantic Journeys oferece roteiros inteligentes e personalizados, a partir do padrão quatro estrelas, até o que existir de mais sofisticado e exclusivo.
Possuímos todo o expertise das mais seletas reservas de safári na África, dos mais exclusivos lodges, boutique hotels e retreats. Em outras palavras, as melhores opções que o dinheiro pode comprar. Mas isso não é suficiente para nós, e tampouco obrigatório. Entendemos que apenas luxo e sofisticação, sem um contexto adequado, esvazia a viagem. Por isso a Atlantic Journeys trabalha com viagens de descoberta, que aguçam os sentidos e redefinem valores através de novas experiências e emoções.

Traveller checks são mais seguros que portar dinheiro em espécie (cash), mas na maioria dos países da África são muito difíceis de trocar e estão caindo em desuso. Não é o caso da África do Sul, onde todos os principais bancos trocam traveller checks e cartões de crédito ou débito são aceitos na maioria dos estabelecimentos (exceto alguns postos de gasolina). Nos demais países, cartões são bem aceitos apenas nos estabelecimentos turísticos. Evite utilizar moeda estrangeira em qualquer transação cotidiana, você sempre sairá perdendo e em alguns países é ilegal. Faça sempre as trocas de moeda em instituições credenciadas e guarde o seu comprovante da transação até o final da viagem. Com o IOF em vigor no Brasil, a opção pelo valor em espécie acaba prevalecendo: quando se compra travellers ou carrega-se uma quantia no cartão de débito, incide IOF de 6,38% e aplica-se a taxa de câmbio do momento que se faz a compra da moeda. Embora seja a opção mais prática, o cartão de crédito também possui IOF de 6,38% e o câmbio será fechado na data de pagamento da fatura, de acordo com as taxas da administradora, o que certamente não é desejável em um cenário de instabilidade cambial. Para compras em espécie, o IOF é de 1,1%.

Todas as viagens da ACT observam rigorosamente os princípios de sustentabilidade turística, trazendo inúmeros benefícios tanto aos nossos clientes quanto aos destinos turísticos em que operamos, através das seguintes medidas (entre outras):

  • privilegiando fornecedores que adotam rígidos princípios de sustentabilidade;
  • renunciando ao turismo de massa e fornecedores descompromissados com o meio-ambiente;
  • informando e orientando corretamente os nossos clientes;
  • disseminando os princípios de sustentabilidade no mercado de turismo, com o público em geral e no meio acadêmico;
  • incentivando destinos turísticos com vocação conservacionista;
  • eliminando material gráfico e propaganda desnecessária.

Excelentes. As principais estão entre as melhores do mundo. As secundárias também são muito boas, não podem ser comparadas nem de longe com as estradas brasileiras: asfalto de qualidade, ótima sinalização e marcações, traçado impecável.

Sim, é possível mas totalmente desaconselhável, mesmo em viagens curtas, considerando que o valor do seguro é ínfimo comparado com o valor total da viagem e eventuais despesas médicas em caso de necessidade. A rede médica hospitalar internacional e particular nas principais cidades do sul da África é boa, e também muito cara. Mesmo tendo coberturas de cartões de crédito e afins, que são apenas seguros via reembolso, o Touristcard oferece assistência abrangente, que além de orientar e coordenar o atendimento, efetua o pagamento direto das despesas (não se trata de reembolso, apenas nos casos emergenciais de atendimento direto ao segurado). Em qualquer situação, só viaje sem um seguro confiável na hipótese do seu seguro saúde brasileiro ser válido no exterior. Em casos de opção pela não contratação do seguro, um termo de responsabilidade específico deve ser anexado ao contrato (condições gerais).

Devido ao nosso foco e especialização no continente africano, temos condições de oferecer atendimento superior e tarifas mais vantajosas que a concorrência. E a nossa operadora própria em Cape Town possibilita um suporte no destino sem paralelo.

Isso depende demais de cada indivíduo, do destino e da época do ano, mas alguns itens costumam ser muito úteis na África em qualquer situação: equipamento fotográfico com baterias sobressalentes, adaptador internacional de tomadas, binóculos, wind-break (agasalho corta-vento), óculos de sol, filtro solar, repelente de insetos, medicamentos em geral, artigos de higiene, educação, bom senso e bom humor. A maioria destes itens pode ser facilmente comprada na África do Sul, mas não em outros países. Medicamentos preventivos e de uso regular devem ser sempre levados do país de origem.

Uma reserva privada é uma área de propriedade privada, com animais selvagens vivendo livremente em seus domínios, e possui estrutura de acomodação e gastronomia para receber turistas de todo o planeta. Normalmente esta estrutura é sofisticada, os preços são altos e as atividades de safári e refeições estão inclusas na diária.
Um parque nacional é uma área de propriedade governamental (normalmente muito maior em extensão que as reservas privadas), com fauna e flora sob proteção, que também possui estrutura de visitação, na maioria dos casos com acomodação e opções de alimentação. Menos sofisticada que as reservas privadas, mas normalmente com excelente estrutura, possui preços mais em conta. As atividades de safári e refeições não estão inclusas na diária e para visitar o parque é necessário estar com um automóvel alugado, ou dentro de uma viagem em grupo.

A ACT é uma empresa focada e especializada no continente africano, que tem na África do Sul, África Meridional, Leste da África e Ilhas do Índico o seu core-business. A divisão Travel Club também oferece opções de destinos não-convencionais, fora do continente africano, aos seus clientes regulares.

Algumas das reservas mais sofisticadas e luxuosas possuem restrições para crianças e não são as melhores indicações no caso de viagens familiares. Por outro lado, também há reservas que são especializadas em famílias com crianças de diferentes faixas etárias, oferecendo atividades especiais e recreação infantil, sempre ligadas à temática do safári. O ambiente é familiar e seguro, permitindo que todos aproveitem a experiência da melhor forma.

A África do Sul é a exceção em um continente com infraestrutura ainda precária, porém em constante transformação. Poucos investimentos externos foram direcionados para a infraestrutura dos países africanos até o ano 2000. A partir daí, a China começa a investir pesadamente em países que negociem parcerias de exploração em recursos naturais e minérios, setores essenciais e estratégicos. Devido ao lamentável regime do apartheid, a África do Sul desenvolveu uma infraestrutura comparável a dos países europeus em alguns setores, como transportes e comunicação. Isso trouxe inúmeras vantagens ao desenvolvimento do seu parque industrial e traz inúmeros benefícios não só à sua população, mas também ao turista que visita o país. 

Basta ser registrado nos órgãos competentes como empresa de turismo. Antes da primeira venda, sua empresa será cadastrada na ACT e receberá um número de identificação permanente. Sua agência também receberá as tabelas progressivas de comissionamento e estará apta a participar do nosso exclusivo programa de treinamento e capacitação de agentes no destino África.

Para pacotes com antecedência de 30 dias ou mais da data de embarque, a reserva deve ser solicitada por escrito, mencionando os nomes dos passageiros, tipo de pacote e data de embarque, e mediante o pagamento de sinal de 20% do valor do pacote. Para pacotes com antecedência de 30 a 10 dias da data de embarque, a reserva deve ser solicitada por escrito e mediante o pagamento de sinal de 40% do valor do pacote. Nos dois casos, o sinal é 100% reembolsável no caso de não confirmação do pacote, mas não será reembolsável no caso de confirmação. O sinal deve ser pago exclusivamente através de depósito bancário. Reservas com antecedência menor que 10 dias somente serão aceitas em situações excepcionais e a critério da diretoria. Em qualquer caso, a documentação de viagem é de responsabilidade exclusiva do passageiro. Recomendamos aos agentes verificar a documentação antes de solicitar qualquer reserva.

Naturalmente isso é uma preferência pessoal de cada um, mas o ideal são malas com rodinhas resistentes, de dimensões práticas (que caibam no porta-malas de um carro normal) e com cadeado. As mochilas são indicadas para viagens de aventura ou esportivas, que tenham muitos deslocamentos em terreno irregular, e no caso dos transfers aéreos em pequenas aeronaves que exijam "soft bags" (bagagem flexível, não-rígida). Em qualquer caso, recomendamos a utilização de proteção plástica de bagagem (protect-bag, luggage-wraping) disponível nos grandes aeroportos brasileiros e sul-africanos, antes do embarque para os voos internacionais.

Para uma primeira experiência de safári, a reserva privada certamente é a melhor opção, pois maximiza o tempo disponível e oferece safáris guiados por guias especialistas (rangers), o que aumenta as chances de encontrar os animais, educa e informa sobre a vida selvagem. Além disso, oferecem todo o conforto e assistência para que se possa extrair o máximo da experiência. Para quem possui grande interesse no safári e mais tempo disponível, recomendamos a combinação das duas opções, o que é oferecido em alguns roteiros Journeys na África do Sul. Para iniciados em safári e amantes da natureza, os parques nacionais também são uma ótima opção, com custo mais baixo e menor sofisticação.

Especialização de destino significa possuir uma ampla gama de opções (atividades, hotelaria, logística, atrações, gastronomia) em uma determinada área geográfica, que possibilita utilizar as ferramentas adequadas para cada perfil de cliente, customizando a viagem de forma pontual e eficiente.

O diretor da ACT, Adriano Lucchesi, é autor da dissertação de mestrado “Exploração Turística e Sustentabilidade: as Reservas de Safári na África do Sul”, defendida e aprovada na ECA-USP. Além de reposicionar a conceituação de sustentabilidade turística, a dissertação analisa de forma inédita a interação entre os parques nacionais e as reservas privadas de safári na África do Sul, formando um modelo peculiar de exploração turística sustentável. A pesquisa para a dissertação foi feita ao longo de 10 anos de viagens na África do Sul (1996 - 2005).

Após muito debate e controvérsia sobre o tema, e apesar do compromisso e responsabilidade ecológica das melhores operadoras do mergulho, temos a seguinte situação objetiva: se iscas não são utilizadas para atrair os tubarões, a probabilidade de encontrá-los é muito pequena. Com a utilização das iscas (carne, sangue e ultra-som) e a associação destas iscas aos seres-humanos (que ficam protegidos dentro de gaiolas), está havendo uma mudança no comportamento destes tubarões cujas consequências ainda são incertas, mas irreversíveis. Não foi cientificamente provado, até o momento, que a atividade está diretamente relacionada ao aumento de ataques de tubarões na região, mas pesquisas da UCT (University of Cape Town) comprovaram os danos ao ecossistema e aos próprios tubarões. Por isso, respeitamos quem opta por fazer o mergulho, mas não apoiamos ou encorajamos a atividade. Devemos lembrar também da possibilidade de frustração, pois é uma atividade que depende de fatores naturais imprevisíveis. Muitas vezes os tubarões não aparecem, mas sim as condições hostis do oceano. 

A África do Sul permite, como poucos destinos no planeta, colocar em prática todos os princípios de qualidade e sustentabilidade turística, de acordo com a ótica da ACT. Além disso, é um destino com diversidade singular de atrações, indicado para todas as faixas etárias e perfis. Foi a aposta da ACT desde 1996, quando o país saía das trevas do apartheid e era praticamente desconhecido em termos turísticos. Especializando-se em África e na África do Sul, a ACT tornou-se referência em viagens nesse continente. Atualmente possuímos nossa operadora própria em Cape Town, a ACT Afrika, que nos permite estar sempre em contato próximo com nossos destinos, clientes e fornecedores.

As estradas são seguras e muito bem sinalizadas. Há excelentes postos de serviço, equipados com lojas de conveniência e lanchonetes (alguns não aceitam cartão de crédito para pagamento de combustível). A única dificuldade é a mão é inglesa (direita). Para quem se comunica em inglês, gosta de viajar de carro, possui um pouco de habilidade na direção, capacidade de adaptação e alguma experiência em viagens, alugar um carro é disparado a melhor forma de viajar na África do Sul.

Em especial nas grandes cidades, a criminalidade é uma realidade, como na maioria das metrópoles mundiais. Como alguns dos países africanos dependem muito das receitas provenientes do turismo, campanhas eficazes de proteção e respeito ao turista trouxeram resultados notáveis. Mesmo nas grandes cidades, com precaução, informação e bom-senso, pode-se viajar de forma extremamente tranquila e segura. Nas áreas rurais e cidades menores, em geral a segurança é elevada e a população muito hospitaleira.
Johannesburg e Nairobi, sempre citadas como cidades violentas, são bem mais seguras que São Paulo ou Rio de Janeiro, mas mesmo assim não aconselhamos viagens independentes em sua região central. Com a devida precaução e cuidados pontuais, é possível evitar os riscos sem maiores dificuldades.

Embora as estradas principais de Cape Town a Alexandria atualmente sejam bem melhores do que se pode imaginar e permitam atravessar todo o continente africano em condições de segurança muito superiores do que em um passado recente, o self-drive só é possível em alguns poucos destinos. Além da África do Sul, onde recomendamos veementemente a opção do automóvel para quem se encaixa no perfil, só oferecemos opções de self-drive regulares em três outros países: Namíbia, que possui ótimas estradas, mas só recomendável a motoristas experientes; Tanzânia, em nossos roteiros especiais de expedições em Land Rovers 4x4; e Reunião, destino insular propício para exploração com automóvel.

Não temos nenhum interesse nesta prática. Se o seu cliente está satisfeito com um determinado roteiro, é natural que ele continue com quem o ofereceu. Se for o caso e houver a possibilidade, nossa proposta é melhorar o roteiro, agregar valor nos serviços e eventualmente melhorar o preço.

Customizar um roteiro significa transformá-lo na imagem do viajante, através do conhecimento das suas preferências, desejos e necessidades. Para que a customização possa ser otimizada, o consultor deve possuir um profundo conhecimento do destino (roteiros, logística, atrações, hospedagem, gastronomia, segurança) aliado à sensibilidade de compreender as demandas e preferências específicas de cada cliente.

Os cartões de débito são normalmente vendidos pelos bancos em geral, administradoras de cartão e corretoras de câmbio. Recomendamos que consulte as taxas de câmbio praticadas e sempre dê preferência em utilizar a moeda do país onde passará a maior parte do tempo na sua viagem. Na África, isso só é possível na África do Sul, pois somente o rand (moeda sul-africana) é vendido no Brasil. Para os demais países, o mais indicado é comprar dólar americano.

Para comprar cartão de débito em dólar, euro ou diretamente em rand, recomendamos a Confidence Câmbio, fone 0800-7702015. Após consultar a taxa de câmbio, informe que é cliente da Atlantic Connection Travel, para ter acesso a uma taxa mais vantajosa. Maiores informações: www.confidencecambio.com.br

Devido às condições hostis do oceano, a costa sul-africana não é um destino tradicional para mergulho, embora Sodwana Bay seja um destino famoso para mergulhadores experientes. De maio a julho, também ocorre a famosa migração das sardinhas na costa de Eastern Cape e KwaZulu-Natal, atraindo mergulhadores que desejam testemunhar o fenômeno. Para quem prefere águas mais quentes, recomendamos os destinos tradicionais de mergulho na região: Mauritius, Reunião, Seychelles, Zanzibar, Madagascar, Maldivas e Moçambique, que também atendem de forma adequada mergulhadores menos experientes. E para quem busca um destino de mergulho inusitado e com características peculiares, o belo lago Malawi é uma opção a ser considerada.

Há diversas regiões de safári na África do Sul. Em algumas delas os animais são nativos e em outras, os animais foram introduzidos artificialmente (para fins turísticos). A região mais completa e versátil é a do Kruger, por ser a área que concentra mais espécies, com maior densidade de animais, e com as melhores condições climáticas e geográficas. Outros parques e regiões, como o Kalahari, KwaZulu-Natal e Eastern Cape, são recomendados para interesses específicos, mas para um primeiro safári a região do Kruger é imbatível. Pilanesberg (próximo ao complexo de Sun City) e Madikwe são opções para quem possui pouco tempo disponível e viaja com crianças. As reservas próximas de Cape Town e na Garden Route são desaconselháveis, pois do ponto de vista ecológico, são meros zoológicos disfarçados.

Para cidadãos brasileiros, a regra básica é a seguinte: passaporte válido por um mínimo de 6 meses, com pelo menos uma página em branco para cada país visitado, e o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Dependendo dos países visitados, há necessidade de visto, alguns podem ser obtidos no desembarque já no destino, outros devem ser providenciados no país de origem. Se a viagem tiver locação de automóvel, a CNH brasileira também é necessária e em alguns casos a PID (antiga carteira internacional, atual permissão internacional para dirigir). Menores de idade viajando desacompanhados (ou com apenas um dos genitores) devem portar autorização específica dos pais (favor consultar requisitos da autorização e documentos anexos). Menores de idade viajando com os pais ou desacompanhados para a África do Sul devem portar certidão de nascimento (original ou cópia autenticada).

Depende do tipo de viagem e da empresa que efetua a venda. Em média de 2 a 4 meses de antecedência para a compra da viagem, e de 6 a 12 meses para a empresa solicitar os bloqueios para a Atlantic SPOT.

A saúde pública dos países africanos também apresenta muitos contrastes regionais, mas a AIDS e a malária são os dois problemas mais graves e com solução ainda distante. A AIDS infelizmente apresenta um grau de uniformidade alarmante em todos os países da África sub-saariana, mas as campanhas de conscientização da população começam finalmente a surtir algum efeito na maioria dos países. A malária é endêmica em certas regiões e pouco se consegue avançar para evitar a alta mortalidade devido à doença, especialmente em populações jovens de baixa renda e afastadas dos grandes centros. A desnutrição também é um problema recorrente, porém mais frequente nas nações da África Central sem vocação para o turismo, e em situações de cataclismas ou conflitos militares e civis. Deve-se observar que, com exceção da malária, todos estes problemas são distantes do universo dos turistas.

Havendo intenção de viagem, sugerimos inicialmente conhecer os roteiros em nosso site. Como em uma vitrine, estes produtos estão disponíveis, mas não são os únicos. Este é o momento exato para um encontro ou conversa telefônica com nosso consultor especializado, que vai oferecer alternativas ou adaptar um roteiro para cada caso particular. A partir daí, elaboramos um roteiro com orçamento e, com a sua aprovação, as reservas são disparadas. Com a confirmação de 100% das reservas do roteiro, um prazo será estabelecido para o pagamento da viagem. Com o pagamento efetivado, o consultor dá lugar ao travel adviser, que cuidará da emissão dos documentos e formalidades. Uma reunião final com o consultor ainda acontece antes do embarque, para revisão de todo o roteiro, dicas finais e entrega da documentação de viagem.

Pacotes com poucos destinos, simples e comerciais, são fáceis de se comparar, embora raramente eles incluam os mesmos serviços e hotelaria. Muitos sites online tornaram-se referência de valores e são tidos como os preços mais baixos, embora isso nem sempre ocorra e muitas vezes o barato sai caro, quando há a necessidade de alteração, reembolso ou algum suporte que não costuma ser o forte destas empresas.
Com pacotes mais complexos de operadoras de qualidade, os serviços nunca são equivalentes. Há uma série de itens subjetivos, como a confiabilidade da operadora, o grau de conhecimento no destino, a qualidade dos serviços etc. Mas também há itens objetivos e tangíveis: muitas vezes observa-se apenas preço e deixa-se em segundo plano o itinerário, a hotelaria, os serviços inclusos.
Embora nosso foco não seja oferecer o produto mais barato, mas sim o melhor produto em condições justas e competitivas, qualquer cliente que preferir fechar um pacote conosco, e tiver uma condição comercial mais vantajosa com um concorrente, pode e deve nos apresentar tais condições que, se forem válidas e atualizadas, serão cobertas pela ACT.

O clima nesta faixa litorânea (Western Cape) é mediterrâneo, e a maior parte dos animais de safári não se adaptam bem. Não são nativos da região e vêm sendo trazidos para estas reservas para aproveitar o fluxo de turistas na região de Cape Town e Garden Route. Em resumo, são zoológicos disfarçados de reservas de safári. Há exceções nas regiões semi-desérticas do Karoo e Klein Karoo, mas as condições são diversas das encontradas na savana típica e não recomendáveis ao público brasileiro, por apresentarem baixa densidade de animais.

Há projetos em andamento para criar uma zona de imigração comum para todos os países do sul da África, mas isso ainda não entrou em vigor. No momento, os únicos países que não exigem visto dos brasileiros, para permanências de até 30 ou 90 dias são: África do Sul, Namíbia, Botsuana, Suazilândia, Mauritius, Reunião, Seychelles e Maldivas. Outros países, como Uganda, Zâmbia, Zimbábue e Madagascar permitem obter o visto no desembarque, mas apenas em determinadas fronteiras e aeroportos. Na maioria destes casos é recomendável providenciar os vistos com antecedência. Para os países não citados, é obrigatório providenciar os vistos com antecedência. Alguns países como Quênia e Uganda já permitem obtenção de e-visa pela internet e há vistos unificados disponíveis para alguns países (East Africa visa para Quênia, Uganda e Ruanda). Como as regras mudam com frequência, sempre nos consulte ao planejar a sua viagem.

De acordo com o perfil de cada grupo e cada cliente, temos diferentes profissionais envolvidos. Sempre existe um profissional da Atlantic SPOT responsável pelo relacionamento direto com cada empresa e cada projeto, no processo pré-operacional e back-office. Durante a operação da viagem, são alocados profissionais com conceituada formação empresarial, acadêmica ou esportiva, que também são especialistas no destino África do Sul e no cliente brasileiro.

A ACT é uma empresa de viagens e turismo, o que lhe permite operar pacotes turísticos em qualquer destino do planeta. É uma operadora de viagens registrada na Jucesp e filiada à Embratur, IATA (International Air Transport Association) e South African Tourism. Todos os nossos certificados de filiação, bem como certidões de regularidade fiscal e escritura de propriedade do imóvel onde localiza-se a sede da ACT estão à disposição de todos os clientes, a qualquer tempo.

Guias em serviços pré-contratados ou pré-pagos devem ser gratificados se oferecerem um bom serviço. O valor sempre fica a critério do cliente, mas no caso de guias de safári na África do Sul, Quênia ou Tanzânia recomendamos algo como US$ 10 a 15 por pessoa por dia completo de serviço. Casais ou grupos maiores, o valor por pessoa pode ser proporcionalmente menor. Em serviços não-contratados, é importante estabelecer com o guia um valor antes do serviço ser prestado.
Em restaurantes a regra é gratificar um bom serviço com um mínimo de 10% do valor da conta. Em alguns restaurantes o serviço já vem incluso na conta, em outros não, mas sempre é esperado que seja pago (muitos garçons não recebem salário, apenas a gorjeta).
Carregadores de bagagem em aeroportos (utilize apenas os uniformizados e autorizados, mas prefira utilizar os carrinhos de bagagem quando disponíveis) e hotéis devem ser gratificados na média de US$ 1 a 2 por mala.
Guardadores de carro, em especial na África do Sul, realmente cuidam do seu carro e devem receber US$ 0,5 a 1 no retorno.
Prefira sempre gratificar na moeda local. Valores apenas referenciais.

Mesmo na África do Sul, as regiões de safári apresentam diferenças significativas. A resposta abaixo é generalista e para fins turísticos somente.
A África do Sul possui alguns dos melhores parques nacionais e reservas privadas do continente. O acesso é mais fácil e prático devido à proximidade ao aeroporto de entrada (Johannesburg). O contato com a natureza é pleno e a savana mais fechada que em outros países. Podemos afirmar que é o melhor custo x benefício em safári, especialmente para quem o faz pela primeira vez. Além do Kruger, são regiões tradicionais de safári o Kalahari e certas áreas das províncias de Kwazulu-Natal (em especial o Hluhluwe-Imfolozi Park) e Eastern Cape.
Quênia e Tanzânia são destinos clássicos de safári e muitos consideram o leste africano como o melhor destino de safári do mundo. As savanas são mais abertas, há abundantes fenômenos migratórios e a natureza é exuberante. O acesso é bem mais demorado e complexo, a logística mais complicada e as reservas fenomenais, porém caríssimas. Fortemente recomendado para quem não possui restrições de orçamento e já é iniciado em safári, ou deseja fazer uma viagem focada ao tema. São parques de renome internacional: Masai Mara, Samburu, Amboseli, Tarangire, Lake Manyara, Serengeti, Ngorongoro, entre outros.
Botswana é um destino clássico de safári, e muito procurado devido ao delta do Okavango, que permite incríveis safáris em barcos de madeira. As reservas são muito sofisticadas, caras e muito adequadas para extensões de roteiros na África do Sul, para quem procura complementar a experiência de safári. Também estão em Botswana as reservas de Chobe e parte do Kalahari.
A Namíbia possui um ótimo parque nacional de safári, o Etosha, que é recomendável para quem visita o país em roteiros self-drive.
South Luangwa, na Zâmbia, é um dos melhores e mais remotos parques do continente, perfeito para quem deseja uma experiência de vida selvagem fora do eixo tradicional.
Uganda e Ruanda são destinos famosos para rastreamento de gorilas e chimpanzés. Também há regiões de safári de boa qualidade, mas com menos estrutura, na Swazilândia, Malawi e Zimbábue. Há projetos de reintrodução de animais nos parques de Moçambique, devastados pela guerra civil.

A única vacina obrigatória é a de febre amarela, que deve ser tomada com um mínimo de 10 dias de antecedência do embarque e é válida por 10 anos. No Brasil a vacina é gratuita e oferecida na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Na unidade de vacinação da rede municipal e estadual, o viajante receberá o Cartão Nacional de Vacina, válido apenas no Brasil. Para realizar a troca do Cartão Nacional de Vacinação pelo Cartão Internacional (CIVP), o viajante deverá procurar os Centros de Orientação ao Viajante. Os postos da Anvisa nos portos e aeroportos não aplicam mais a vacina, apenas efetuam a troca dos cartões nacional pelo internacional. Para quem reside em São Paulo, uma opção é procurar diretamente o Ambulatório dos Viajantes no Hospital das Clínicas ou no Emílio Ribas, que aplicam a vacina e emitem diretamente o certificado internacional. Algumas clínicas particulares (e não gratuitas), como o CEDIPI, também emitem o certificado internacional.
Para maiores informações, postos de vacinação e troca do certificado na sua cidade: Anvisa
Dependendo do destino, outras precauções devem ser tomadas, mas na maioria dos países turísticos da África o único risco maior é a malária, e apenas em algumas regiões específicas. Nossos clientes recebem recomendação especial sobre profilaxia e riscos caso seu destino seja uma área de malária.

Com um ano de antecedência da data da viagem já é possível fazer as reservas, mas recomendamos de 3 a 6 meses antes, de acordo com a complexidade do roteiro, destinos e opções de acomodação. Algumas reservas de safári (como Mala Mala) e hotéis (como The Palace) lotam com muita antecedência. O período de festas e final de ano (15 de dezembro a 10 de janeiro) é o mais concorrido, especialmente na África do Sul e Mauritius, e roteiros nesta época necessitam de planejamento por parte do cliente e maior antecedência na solicitação das reservas. Fique atento também com o período de Páscoa (África do Sul) e férias de julho (Mauritius), que lotam meses antes.

A ACT vende pacotes terrestres desvinculados da parte aérea apenas em duas situações: no caso do passageiro já estar ou residir no exterior, ou estar voando com prêmio de plano de milhagem. Nos dois casos, cópias dos bilhetes emitidos devem ser enviados a ACT antes do início da solicitação da parte terrestre.
Esta restrição passou a existir depois que sites como Submarino e Decolar passaram a vender produtos de África sem nenhum suporte aos seus clientes. Inúmeros passageiros que compravam seus pacotes por estes sites recorriam a ACT posteriormente, para receber suporte de informações e parte terrestre. 

A maioria das regiões turísticas da África do Sul possui risco zero de malária. Nos outros países, o risco depende da região, tempo de permanência e da época do ano (quanto mais quente e chuvoso, maior o risco). Merecem particular atenção Moçambique e Uganda. Em menor escala, Madagascar, Malawi e Zâmbia. Na região dos parques, Quênia e Tanzânia apresentam risco baixo, um pouco maior na zona litorânea. Os profiláticos possuem sérios efeitos colaterais e não eliminam totalmente o risco de contrair a doença. Por isso, antes de tomar a decisão de tomar ou não um profilático, consulte-nos sobre o risco na região viajada e em seguida consulte seu médico de confiança ou o serviço de informações de saúde dos viajantes da SUCEN (www.sucen.sp.gov.br). Após contraída, se não for tratada, a malária é uma doença fatal. Se for corretamente prevenida ou diagnosticada e tratada em tempo, não apresenta maiores riscos para a saúde.

As formas de pagamento dos produtos Spot normalmente são estabelecidas pela empresa que revende o produto. Quando a venda é feita diretamente pela ACT, as formas de pagamento são negociadas diretamente com o grupo ou cliente, mas a princípio seguem as regras abaixo:
· 3 parcelas sem juros nos cartões Amex, Visa, Diners e Mastercard
· à vista com 5% de desconto, exclusivamente para viagens fechadas com 30 dias de antecedência do embarque

O travel adviser será o agente que cuidará de todas as reservas e emissões referentes ao seu roteiro. Ele será o elo com o seu consultor especialiado e estará sempre à disposição para quaisquer dúvidas referente a horários, formalidades e procedimentos gerais relativos a sua viagem.

Considerando custo, limitação de tempo, praticidade e qualidade, sem dúvida a África do Sul. Se o objetivo principal da viagem for o safári, e o custo não for uma limitação, então Quênia e Tanzânia devem ser considerados.

Não vendemos hotéis, passeios ou serviços terrestres separados, apenas dentro dos nossos pacotes.

O VAT (value added tax, ou imposto sobre o valor agregado) incide sobre todos os produtos na África do Sul, com alíquota de 14%. Os produtos que não são consumidos podem ter o VAT reembolsado aos turistas estrangeiros na saída do país (alimentos, combustível ou serviços, por exemplo, não são passíveis de reembolso). Para isso é necessário juntar todas as notas fiscais dos produtos (tax invoices), o passaporte e um printer do E-TKT (que mostre a data de saída da África do Sul), e dirigir-se ao "tax refund office" antes do check-in, em Cape Town ou Johannesburg. Será feita inspeção aleatória dos produtos (mantenha os produtos mais valiosos na bagagem de mão ou com fácil acesso). Aprovada a inspeção, o reembolso será feito através de um cartão de débito. O reembolso médio acaba ficando na faixa de 10% do valor total dos produtos, após os descontos. Para maiores informações favor visitar www.taxrefunds.co.za

Se você já se decidiu por um destino ou roteiro e possui uma época do ano ou período definido para a sua viagem, entre em contato com nossa central de atendimento. Um consultor especializado no destino irá lhe passar as diretrizes iniciais e solicitar os procedimentos e informações necessárias para personalizar a sua viagem. Quando possível, sugerimos uma visita ao nosso escritório (atendemos com hora marcada). Mas se você não tem nem idéia do seu destino ou de quando tirar férias, nós teremos todo o prazer em ajudar na sua programação e planejamento.

Atividades opcionais são passeios e atividades que não estão inclusos no valor do pacote, e só podem ser adquiridos no momento da compra do pacote. Não comercializamos atividades opcionais separadamente.

A África do Sul, devido à melhor estrutura, acesso conveniente, maior experiência no trato com crianças e segurança para toda a família. A Tanzânia também é ótima opção, mas recomendável a partir dos 8 anos, pois o tempo dedicado ao safári é maior e os deslocamentos mais longos.

Todas as reservas privadas incluem dois safáris diários (com duração média de três horas e orientação de rangers e/ou trackers, sempre em inglês) e três refeições (café, almoço e jantar). O horário de check-in sempre é após às 12 horas (os voos para as reservas sempre chegam próximo a esse horário). Após o check-in é servido o almoço e são apresentadas as instalações e informações gerais sobre a reserva e a estada. O primeiro safári ocorre no final da tarde, entre 16-17 horas (depende da época do ano), e ainda existe a opção de se trocar o safári da tarde pelo safári noturno. Cada reserva tem seus horários específicos e o jantar normalmente é servido em uma boma à moda sul-africana, após o safári vespertino ou noturno. No dia seguinte, o safári matinal ocorre de manhã bem cedo (começa entre 5 e 6 horas), horário em que os animais estão mais ativos. Durante o safári há café com biscoitos, mas o café da manhã é servido após o final do safári. Algumas reservas oferecem walk safaris e passeios opcionais. No dia do check-out, os quartos devem ser desocupados até às 10 horas.

Todos os roteiros Atlantic Journeys possuem as seguintes formas de pagamento:
· 3 parcelas sem juros nos cartões Amex, Visa, Diners e Mastercard
· à vista com 5% de desconto, exclusivamente para viagens fechadas com 30 dias de antecedência do embarque

Os parques nacionais de safári (como o Kruger, o Kalahari, o Addo) possuem portões (gates) que se abrem entre 5 e 6 da manhã, de acordo com a época do ano. Na entrada deve ser paga a taxa de conservação (conservation fee), cerca de US$ 20 por pessoa por dia. É uma taxa de entrada e mesmo quem não vai pernoitar no parque deve pagá-la. Nossos pacotes não incluem a taxa de conservação, apenas a acomodação e pernoite dentro do parque. Após a entrada, pode-se trafegar livremente pelo parque, respeitadas as normas e regulamentos, até às 5 ou 6 horas da tarde, horário de fechamento dos portões. Após este horário, deve-se estar dentro de um rest-camp (apenas para quem vai pernoitar dentro do parque e possui uma reserva confirmada), ou fora do parque. Durante todo o dia também estão disponíveis atividades opcionais, como caminhadas, churrascos na savana (braai) e safáris guiados pelos rangers do Kruger, em veículos abertos. Após o fechamento dos portões, não se pode mais trafegar com os veículos particulares, mas os night safaris continuam disponíveis, com os rangers do Kruger. Em cada rest-camp há lanchonetes, restaurantes, supermercados e centros de informações.

A partir de um ano de antecedência da data da viagem já é possível fazer as reservas, mas em datas normais recomendamos uma antecedência de 2 a 6 meses. O período de festas e verão (dezembro a fevereiro) é muito concorrido, especialmente na África do Sul e Mauritius, e para este período recomendamos antecedência superior a 6 meses.

A South African Airways foi fundada em 1934 e desde então é a pioneira em transportes aéreos na África. Considerada uma das melhores companhias aéreas do mundo, faz parte da aliança global Star Alliance e possui voos para América do Sul, Estados Unidos, Europa, Ásia e Oceania, além de uma extensa rede de conexões para o continente africano. No plano doméstico, atende as principais cidades sul-africanas e também opera em parceria com suas subsidiárias e parceiras South African Express e Airlink. Para maiores informações favor visitar www.flysaa.com

As informações contidas no site ACT versão 2016 foram elaboradas pelo diretor Adriano Lucchesi e cuidadosamente selecionadas para conter um material de consulta confiável e atualizado. Todos os nossos roteiros foram criados com base em nossa experiência pessoal, profissional e nas demandas do mercado. O FAQ representa as opiniões pessoais e particulares do diretor da ACT. Embora todos os esforços sejam feitos para que as informações contidas no site estejam sempre atualizadas e precisas, não nos responsabilizamos por eventuais incorreções. Sempre consulte-nos no caso de dúvidas ou atualizações. 

A ligação aérea entre Brasil e África do Sul é feita atualmente através da rota São Paulo - Johannesburg. Este voo possui uma duração média de 8 horas e 30 minutos, aproximadamente a mesma duração de um voo São Paulo - Miami. Deve-se observar que devido aos fortes ventos do Atlântico Sul, o mesmo voo possui duração média de 9 horas e 30 minutos na direção oposta (Johannesburg - São Paulo).

O travel adviser é o agente que cuida de todas as reservas, pagamentos, emissões, documentos e informações logísticas referentes à sua viagem. Ele será o seu elo com a Atlantic Connection e estará sempre à disposição para esclarecer quaisquer dúvidas referente a horários, formalidades e procedimentos gerais relativos a sua viagem.

Sim, a South African Airways oferece aos seus passageiros o plano de milhagem Voyager, que também faz parte do Star Aliance. Isso significa que, ao voar com a SAA, pode-se creditar milhas tanto para o Voyager quanto para os planos das cias. participantes do Star Alliance, como o Mileage Plus da United Airlines ou o Miles & More da Lufthansa, por exemplo. Para se cadastrar no Voyager ou conhecer o regulamento completo, favor visitar www.flysaa.com. Observe que, para poder receber os créditos das milhas de uma viagem, o plano de milhagem deve ter sido aberto antes da data dos voos.

Se você já decidiu seu roteiro e data de embarque, basta solicitar reserva via fone ou site. Se ainda está em dúvida quanto ao roteiro, fale com a nossa central de atendimento que terá prazer em lhe esclarecer todas as opções.

Sim, é possível, mas para isso é necessário possuir o plano de milhas da própria SAA (Voyager), ou de alguma cia. aérea participante do Star Aliance, como TAP, Turkish, United ou Lufthansa. Para informações gerais sobre emissão de passagens com milhas (quantidade de milhas necessárias e disponibilidades de trechos e datas), deve-se entrar em contato diretamente com a cia. aérea proprietária do seu plano de milhas. Para informações sobre o Voyager, favor visitar www.flysaa.com. Para informações sobre as cias. participantes do Star Alliance, favor visitar www.staralliance.com. No caso de possuir as milhas/pontos em algum cartão de crédito ou plano de recompensas, pode-se transferi-los para o plano de milhas da cia. aérea emissora, mas antes de fazer isso, verifique as disponibilidades nas datas que pretende viajar e o nível de pontuação. Antes de fazer a emissão, verifique com nossos consultores se o itinerário aéreo está adequado ao seu roteiro terrestre. 

Todos os roteiros Atlantic Collection possuem as seguintes formas de pagamento:
· 5 parcelas sem juros nos cartões Amex, Visa, Diners e Mastercard para viagens fechadas com 60 dias de antecedência do embarque
· 3 parcelas sem juros nos cartões Amex, Visa, Diners e Mastercard
· 6 a 10 parcelas com juros de 3,9% ao mês nos cartões Amex, Visa, Diners e Mastercard
· à vista com 5% de desconto, exclusivamente para viagens fechadas com 30 dias de antecedência do embarque

A ACT vende passagens aéreas desvinculadas de pacotes, exclusivamente para os destinos que operamos e para viagens corporativas.

A expressão "a partir de" é utilizada sempre que informamos o valor de um pacote, pois ele pode assumir valores diferentes de acordo com uma série de variáveis:
  • sazonalidade: além das 3 temporadas existentes para os nossos pacotes (alta, média e baixa), também há flutuações de valores dentro da mesma temporada. Por exemplo, embora sejam meses de baixa na África do Sul, junho ou agosto tendem a ser mais baratos que maio ou setembro. Analogamente, na média temporada, março ou novembro tendem a ser mais caros que abril ou outubro. Dezembro e janeiro (meses de alta), são mais caros que julho e o período de Natal e Reveillon possui valores ainda mais elevados.
  • ocupação de cada um dos voos do itinerário: o valor exato da parte aérea depende da ocupação de cada voo presente no itinerário do passageiro. Normalmente, quanto maior a antecedência da reserva, maior a chance de se conseguir ocupações mais baixas e portanto, minimizar as tarifas.
  • dias da semana dos voos internacionais: além da ocupação, também há diferenças tarifárias na rota São Paulo - Johannesburg em função do dia da semana que se embarca. Sexta, sábado e domingo são os dias mais caros. Segunda a quinta os mais baratos.
  • nível de hotelaria: nos roteiros Collection, a opção de hotelaria utilizada é sempre o padrão 4* custo x benefício. Nos roteiros Journeys, este é o padrão de entrada ("a partir de").
  • tipo de quarto: sempre consideramos quartos standard em cada hotel para a formação dos valores publicados. Em alguns casos, temos confirmações em quartos superiores, por solicitação do passageiro ou por indisponibilidade do hotel.
Embora existam outros fatores secundários que também afetam os valores, estes são os principais. Para se aplicar o valor "a partir de" é necessário, portanto, reunir uma série de variáveis, mas o critério fundamental é a antecedência na solicitação das reservas. Ao recebermos uma solicitação com o nome dos passageiros e datas exatas de embarque, deixamos de utilizar os valores "a partir de" e passamos ao valor pontual.

 

Atlantic Connection Travel - Institucional

A ACT foi fundada no dia 13 setembro de 1996, por um administrador de empresas, um economista e um engenheiro que haviam acabado de passar quase um ano viajando pela California, Austrália, Ásia e Europa, após a formatura na faculdade. A proposta inicial da empresa era oferecer viagens não-convencionais em destinos pouco explorados no mercado brasileiro.

A ACT possui três divisões internas, que trabalham com produtos distintos, mas sempre com o foco no continente africano. São elas:

  • Atlantic Journeys: roteiros exclusivos e personalizados, atendendo a um público com demandas específicas e que necessita de profunda especialização no destino.
  • Atlantic Collection: pacotes prontos e descomplicados, com o compromisso de oferecer um produto de qualidade, com o melhor preço do mercado brasileiro. 
  • Atlantic SPOT (projetos especiais em viagens): viagens especiais e segmentadas que demandam alto grau de expertise em termos de operação, logística e especificidade. 

Além das 3 divisões internas, temos o Travel Club, que oferece viagens exclusivas aos nossos clientes frequentes em destinos não-convencionais fora do continente africano, e a marca Brasil Backpackers, que atua no segmento de viagens internacionais de aventura e expedições overland.

A ACT é uma empresa focada e especializada no continente africano, que tem na África do Sul, África Meridional, Leste da África e Ilhas do Índico o seu core-business. A divisão Travel Club também oferece opções de destinos não-convencionais, fora do continente africano, aos seus clientes regulares.

A África do Sul permite, como poucos destinos no planeta, colocar em prática todos os princípios de qualidade e sustentabilidade turística, de acordo com a ótica da ACT. Além disso, é um destino com diversidade singular de atrações, indicado para todas as faixas etárias e perfis. Foi a aposta da ACT desde 1996, quando o país saía das trevas do apartheid e era praticamente desconhecido em termos turísticos. Especializando-se em África e na África do Sul, a ACT tornou-se referência em viagens nesse continente. Atualmente possuímos nossa operadora própria em Cape Town, a ACT Afrika, que nos permite estar sempre em contato próximo com nossos destinos, clientes e fornecedores.

A ACT é uma empresa de viagens e turismo, o que lhe permite operar pacotes turísticos em qualquer destino do planeta. É uma operadora de viagens registrada na Jucesp e filiada à Embratur, IATA (International Air Transport Association) e South African Tourism. Todos os nossos certificados de filiação, bem como certidões de regularidade fiscal e escritura de propriedade do imóvel onde localiza-se a sede da ACT estão à disposição de todos os clientes, a qualquer tempo.

As informações contidas no site ACT versão 2016 foram elaboradas pelo diretor Adriano Lucchesi e cuidadosamente selecionadas para conter um material de consulta confiável e atualizado. Todos os nossos roteiros foram criados com base em nossa experiência pessoal, profissional e nas demandas do mercado. O FAQ representa as opiniões pessoais e particulares do diretor da ACT. Embora todos os esforços sejam feitos para que as informações contidas no site estejam sempre atualizadas e precisas, não nos responsabilizamos por eventuais incorreções. Sempre consulte-nos no caso de dúvidas ou atualizações. 

Escolhendo e planejando a sua viagem

A ACT é uma operadora IATA focada no destino África e que atua desde 1996 no mercado brasileiro, privilegiando a qualidade do roteiro, opções de acomodação e atendimento, através da profunda especialização no destino. O diretor da ACT, Adriano Lucchesi, bacharel em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas, MBA em economia do turismo pela FEA/USP e mestre em turismo pela ECA/USP, é reconhecido pela South African Tourism (SAT, órgão de turismo do governo sul-africano) como especialista em África do Sul no Brasil. A ACT possui sede própria e privilegia uma relação ética e profissional com seus clientes, fornecedores e colaboradores, e optou estrategicamente por priorizar qualidade de atendimento e não volume de vendas.

A hotelaria das regiões turísticas da África é de excelente qualidade, mas a classificação não se limita aos critérios convencionais, pois muitas vezes temos reservas de safari e parques nacionais inclusos nos roteiros. Por isso adotamos uma classificação específica:

  • 4* custo x benefício: hotelaria de qualidade com ótima localização e preços, sem serviços especiais e maiores luxos. Praticidade e conveniência.
  • 4* superior: as melhores opções disponíveis antes da faixa dos 5*, muito utilizados por famílias com crianças. Conforto e segurança.
  • 5* especial: opções diferenciadas em termos de luxo e serviços, mas atentando para condições tarifárias especiais e vantajosas. Sofisticação e tranquilidade.
  • 5* top: as melhores opções disponíveis em cada local, a combinação perfeita de todos os elementos da hotelaria com personalização e requinte máximos.

Os roteiros Journeys permitem a escolha de qualquer um dos níveis de hospedagem acima. Os roteiros Collection são exclusivamente na opção 4* custo x benefício.

Cada um dos roteiros do nosso site possui a indicação da melhor época para viajar. Em termos gerais, a África do Sul é ótima para se viajar durante o ano inteiro, mas o foco da sua viagem deve determinar a época mais conveniente. Os melhores meses para safári no Kruger são março a novembro, para se evitar o calor do verão. Para quem procura praias, atividades outdoors e calor, o raciocínio inverso: melhor de outubro a abril. Para Garden Route e Cape Town, evite os meses chuvosos e frios de inverno (junho a agosto). Como a maioria das pessoas busca uma combinação das melhores atrações, há ótimas opções ao longo do ano, basta escolher o roteiro mais correto para cada sazonalidade e de acordo com a sua preferência. Salvo raras exceções, o mesmo raciocínio é utilizado para os outros países da África e Ilhas do Índico. Os países da África Meridional em geral apresentam grande amplitude térmica no inverno (noites frias e dias amenos, com muito sol e pouca chuva), enquanto no verão temos alta temperatura e aumento das chuvas, intensas e intermitentes, entre períodos de sol forte. A África do Leste e as Ilhas do Índico apresentam clima agradável e ensolarado, bem distribuído ao longo dos doze meses do ano, mas deve-se evitar a época das chuvas (com variações, mas via de regra março a maio no leste e dezembro a março nas ilhas). Para safáris no Quênia e Tanzânia devemos considerar os fluxos migratórios dos gnus, que variam a cada ano. 

Cada indivíduo tem o seu estilo pessoal de viajar e isso gera diferentes possibilidades de roteiro e logística. Uma viagem guiada na Tanzânia é muito diferente de uma estada em resort em Mauritius ou de um roteiro self-drive na África do Sul. Considerar a sinergia do destino com a logística possível ou preferível naquele destino é o que permite que a escolha do seu roteiro esteja em harmonia com o seu perfil e a sua preferência naquele momento. 

A ACT vende pacotes terrestres desvinculados da parte aérea apenas em duas situações: no caso do passageiro já estar ou residir no exterior, ou estar voando com prêmio de plano de milhagem. Nos dois casos, cópias dos bilhetes emitidos devem ser enviados a ACT antes do início da solicitação da parte terrestre.
Esta restrição passou a existir depois que sites como Submarino e Decolar passaram a vender produtos de África sem nenhum suporte aos seus clientes. Inúmeros passageiros que compravam seus pacotes por estes sites recorriam a ACT posteriormente, para receber suporte de informações e parte terrestre. 

Não vendemos hotéis, passeios ou serviços terrestres separados, apenas dentro dos nossos pacotes.

A expressão "a partir de" é utilizada sempre que informamos o valor de um pacote, pois ele pode assumir valores diferentes de acordo com uma série de variáveis:
  • sazonalidade: além das 3 temporadas existentes para os nossos pacotes (alta, média e baixa), também há flutuações de valores dentro da mesma temporada. Por exemplo, embora sejam meses de baixa na África do Sul, junho ou agosto tendem a ser mais baratos que maio ou setembro. Analogamente, na média temporada, março ou novembro tendem a ser mais caros que abril ou outubro. Dezembro e janeiro (meses de alta), são mais caros que julho e o período de Natal e Reveillon possui valores ainda mais elevados.
  • ocupação de cada um dos voos do itinerário: o valor exato da parte aérea depende da ocupação de cada voo presente no itinerário do passageiro. Normalmente, quanto maior a antecedência da reserva, maior a chance de se conseguir ocupações mais baixas e portanto, minimizar as tarifas.
  • dias da semana dos voos internacionais: além da ocupação, também há diferenças tarifárias na rota São Paulo - Johannesburg em função do dia da semana que se embarca. Sexta, sábado e domingo são os dias mais caros. Segunda a quinta os mais baratos.
  • nível de hotelaria: nos roteiros Collection, a opção de hotelaria utilizada é sempre o padrão 4* custo x benefício. Nos roteiros Journeys, este é o padrão de entrada ("a partir de").
  • tipo de quarto: sempre consideramos quartos standard em cada hotel para a formação dos valores publicados. Em alguns casos, temos confirmações em quartos superiores, por solicitação do passageiro ou por indisponibilidade do hotel.
Embora existam outros fatores secundários que também afetam os valores, estes são os principais. Para se aplicar o valor "a partir de" é necessário, portanto, reunir uma série de variáveis, mas o critério fundamental é a antecedência na solicitação das reservas. Ao recebermos uma solicitação com o nome dos passageiros e datas exatas de embarque, deixamos de utilizar os valores "a partir de" e passamos ao valor pontual.

 

Voos e milhas

A South African Airways foi fundada em 1934 e desde então é a pioneira em transportes aéreos na África. Considerada uma das melhores companhias aéreas do mundo, faz parte da aliança global Star Alliance e possui voos para América do Sul, Estados Unidos, Europa, Ásia e Oceania, além de uma extensa rede de conexões para o continente africano. No plano doméstico, atende as principais cidades sul-africanas e também opera em parceria com suas subsidiárias e parceiras South African Express e Airlink. Para maiores informações favor visitar www.flysaa.com

A ligação aérea entre Brasil e África do Sul é feita atualmente através da rota São Paulo - Johannesburg. Este voo possui uma duração média de 8 horas e 30 minutos, aproximadamente a mesma duração de um voo São Paulo - Miami. Deve-se observar que devido aos fortes ventos do Atlântico Sul, o mesmo voo possui duração média de 9 horas e 30 minutos na direção oposta (Johannesburg - São Paulo).

Sim, a South African Airways oferece aos seus passageiros o plano de milhagem Voyager, que também faz parte do Star Aliance. Isso significa que, ao voar com a SAA, pode-se creditar milhas tanto para o Voyager quanto para os planos das cias. participantes do Star Alliance, como o Mileage Plus da United Airlines ou o Miles & More da Lufthansa, por exemplo. Para se cadastrar no Voyager ou conhecer o regulamento completo, favor visitar www.flysaa.com. Observe que, para poder receber os créditos das milhas de uma viagem, o plano de milhagem deve ter sido aberto antes da data dos voos.

Sim, é possível, mas para isso é necessário possuir o plano de milhas da própria SAA (Voyager), ou de alguma cia. aérea participante do Star Aliance, como TAP, Turkish, United ou Lufthansa. Para informações gerais sobre emissão de passagens com milhas (quantidade de milhas necessárias e disponibilidades de trechos e datas), deve-se entrar em contato diretamente com a cia. aérea proprietária do seu plano de milhas. Para informações sobre o Voyager, favor visitar www.flysaa.com. Para informações sobre as cias. participantes do Star Alliance, favor visitar www.staralliance.com. No caso de possuir as milhas/pontos em algum cartão de crédito ou plano de recompensas, pode-se transferi-los para o plano de milhas da cia. aérea emissora, mas antes de fazer isso, verifique as disponibilidades nas datas que pretende viajar e o nível de pontuação. Antes de fazer a emissão, verifique com nossos consultores se o itinerário aéreo está adequado ao seu roteiro terrestre. 

A ACT vende passagens aéreas desvinculadas de pacotes, exclusivamente para os destinos que operamos e para viagens corporativas.

Segurança na África

Os países africanos apresentam grandes contrastes entre si e as generalizações são inadequadas. A maioria dos países da África Meridional e do Leste (especificamente África do Sul, Namíbia, Botswana, Lesotho, Swazilândia, Zâmbia, Malawi, Moçambique, Quênia, Tanzânia, Uganda e Ruanda) gozam de estabilidade política e oferecem condições muito favoráveis ao turismo em seus domínios. Há problemas sociais, mas a violência urbana não é endêmica como no Brasil e as regiões turísticas são muito seguras. A África do Sul e a Namíbia possuem excelente infra-estrutura de transportes, as estradas são seguras e bem sinalizadas, a aviação é organizada e confiável. Mesmo países com infra-estrutura menos desenvolvida, como Zâmbia ou Malawi, possibilitam viagens seguras e autênticas. Os países do norte, Etiópia, Sudão e Egito, são mais voláteis e merecem alguns cuidados especiais, que são abordados especificamente em cada roteiro específico. Precauções específicas com saúde devem ser observadas, especialmente em áreas de alta incidência de malária (veja informação específica). Em síntese, com bom senso e informação adequada, os nossos destinos na África são muito seguros. Obviamente, não oferecemos ou interrompemos pacotes em qualquer destino que venha a apresentar problemas sanitários, conflitos étnicos, guerra civil, risco de terrorismo ou instabilidades político-sociais.

De uma forma geral, nos países com vocação para o turismo, excelente. Mesmo em países menos desenvolvidos, como Moçambique, planos ambiciosos e investimentos no complexo turístico vêm sendo feitos com competência. Isso gera ilhas de excelência dentro de países com inúmeras dificuldades, mas que proporcionam ótimas experiências ao turista. Da mesma forma, países como Quênia e Tanzânia, que possuem infra-estrutura pouco desenvolvida, apresentam excelentes serviços turísticos e oferecem alternativas para que os visitantes não tenham contato com as deficiências estruturais. A África do Sul possui serviços turísticos de primeiro mundo.

A África do Sul é a exceção em um continente com infraestrutura ainda precária, porém em constante transformação. Poucos investimentos externos foram direcionados para a infraestrutura dos países africanos até o ano 2000. A partir daí, a China começa a investir pesadamente em países que negociem parcerias de exploração em recursos naturais e minérios, setores essenciais e estratégicos. Devido ao lamentável regime do apartheid, a África do Sul desenvolveu uma infraestrutura comparável a dos países europeus em alguns setores, como transportes e comunicação. Isso trouxe inúmeras vantagens ao desenvolvimento do seu parque industrial e traz inúmeros benefícios não só à sua população, mas também ao turista que visita o país. 

Em especial nas grandes cidades, a criminalidade é uma realidade, como na maioria das metrópoles mundiais. Como alguns dos países africanos dependem muito das receitas provenientes do turismo, campanhas eficazes de proteção e respeito ao turista trouxeram resultados notáveis. Mesmo nas grandes cidades, com precaução, informação e bom-senso, pode-se viajar de forma extremamente tranquila e segura. Nas áreas rurais e cidades menores, em geral a segurança é elevada e a população muito hospitaleira.
Johannesburg e Nairobi, sempre citadas como cidades violentas, são bem mais seguras que São Paulo ou Rio de Janeiro, mas mesmo assim não aconselhamos viagens independentes em sua região central. Com a devida precaução e cuidados pontuais, é possível evitar os riscos sem maiores dificuldades.

A saúde pública dos países africanos também apresenta muitos contrastes regionais, mas a AIDS e a malária são os dois problemas mais graves e com solução ainda distante. A AIDS infelizmente apresenta um grau de uniformidade alarmante em todos os países da África sub-saariana, mas as campanhas de conscientização da população começam finalmente a surtir algum efeito na maioria dos países. A malária é endêmica em certas regiões e pouco se consegue avançar para evitar a alta mortalidade devido à doença, especialmente em populações jovens de baixa renda e afastadas dos grandes centros. A desnutrição também é um problema recorrente, porém mais frequente nas nações da África Central sem vocação para o turismo, e em situações de cataclismas ou conflitos militares e civis. Deve-se observar que, com exceção da malária, todos estes problemas são distantes do universo dos turistas.

Bagagem, documentos, vistos e vacinas

A regra para qualquer viagem é sempre levar o mínimo de bagagem possível, mas com o que for essencial para o seu conforto. É uma equação difícil, mas sempre a tendência é levar (muito) mais bagagem que o necessário. Seja econômico na hora de empacotar, coerente com o clima do destino na época da viagem e lembre-se que viagens na África, mesmo as que envolvem luxo e sofisticação, têm muito a ver com conforto e bem-estar. A maioria esmagadora das pessoas não vai prestar atenção na forma como você está vestido, exceto em viagens de alto luxo que possuem um padrão específico. Evite roupas chamativas e de cores fortes no safári. Prefira roupas mais simples e discretas se visitar regiões mais pobres ou rurais. Lembre-se que as regiões meridionais da África são frias no inverno, e mesmo no verão as noites podem esfriar bastante.

Para voos internacionais da South African Airways (SAA), com origem no Brasil e em classe econômica, o limite de bagagem despachada é de dois volumes, cada um podendo conter até 32 kilos e soma das dimensões (altura, largura e profundidade) de até 158 cm. Não é permitido, por exemplo, uma mala com 40 kilos e outra com 24 kilos (a de 40 vai pagar excesso). Volumes extras ou fora da dimensão padrão (como pranchas de surf, esquis e varas de pesca) também pagam excesso e o valor cobrado varia de acordo com as dimensões, peso, país de origem e destino. Em conexões imediatas SAA, vale a mesma franquia dos voos internacionais. Nos voos domésticos SAA na África do Sul e regionais na África, emitidos em conjunto com os voos internacionais, o limite de bagagem é de dois volumes, cada um podendo conter até 23 kilos e soma das dimensões (altura, largura e profundidade) de até 158 cm. É permitido um volume de mão por passageiro, com máximo de 8 kgs e dimensões de 56 x 36 x 23 cm (altura x largura x profundidade), padrão mochila ou maleta de mão, mais um volume pequeno como bolsa ou pasta de laptop. Voos de outras companhias e transfers aereos entre reservas de safári possuem regras específicas, favor consultar. 

Isso depende demais de cada indivíduo, do destino e da época do ano, mas alguns itens costumam ser muito úteis na África em qualquer situação: equipamento fotográfico com baterias sobressalentes, adaptador internacional de tomadas, binóculos, wind-break (agasalho corta-vento), óculos de sol, filtro solar, repelente de insetos, medicamentos em geral, artigos de higiene, educação, bom senso e bom humor. A maioria destes itens pode ser facilmente comprada na África do Sul, mas não em outros países. Medicamentos preventivos e de uso regular devem ser sempre levados do país de origem.

Naturalmente isso é uma preferência pessoal de cada um, mas o ideal são malas com rodinhas resistentes, de dimensões práticas (que caibam no porta-malas de um carro normal) e com cadeado. As mochilas são indicadas para viagens de aventura ou esportivas, que tenham muitos deslocamentos em terreno irregular, e no caso dos transfers aéreos em pequenas aeronaves que exijam "soft bags" (bagagem flexível, não-rígida). Em qualquer caso, recomendamos a utilização de proteção plástica de bagagem (protect-bag, luggage-wraping) disponível nos grandes aeroportos brasileiros e sul-africanos, antes do embarque para os voos internacionais.

Para cidadãos brasileiros, a regra básica é a seguinte: passaporte válido por um mínimo de 6 meses, com pelo menos uma página em branco para cada país visitado, e o certificado internacional de vacinação contra febre amarela. Dependendo dos países visitados, há necessidade de visto, alguns podem ser obtidos no desembarque já no destino, outros devem ser providenciados no país de origem. Se a viagem tiver locação de automóvel, a CNH brasileira também é necessária e em alguns casos a PID (antiga carteira internacional, atual permissão internacional para dirigir). Menores de idade viajando desacompanhados (ou com apenas um dos genitores) devem portar autorização específica dos pais (favor consultar requisitos da autorização e documentos anexos). Menores de idade viajando com os pais ou desacompanhados para a África do Sul devem portar certidão de nascimento (original ou cópia autenticada).

Há projetos em andamento para criar uma zona de imigração comum para todos os países do sul da África, mas isso ainda não entrou em vigor. No momento, os únicos países que não exigem visto dos brasileiros, para permanências de até 30 ou 90 dias são: África do Sul, Namíbia, Botsuana, Suazilândia, Mauritius, Reunião, Seychelles e Maldivas. Outros países, como Uganda, Zâmbia, Zimbábue e Madagascar permitem obter o visto no desembarque, mas apenas em determinadas fronteiras e aeroportos. Na maioria destes casos é recomendável providenciar os vistos com antecedência. Para os países não citados, é obrigatório providenciar os vistos com antecedência. Alguns países como Quênia e Uganda já permitem obtenção de e-visa pela internet e há vistos unificados disponíveis para alguns países (East Africa visa para Quênia, Uganda e Ruanda). Como as regras mudam com frequência, sempre nos consulte ao planejar a sua viagem.

A única vacina obrigatória é a de febre amarela, que deve ser tomada com um mínimo de 10 dias de antecedência do embarque e é válida por 10 anos. No Brasil a vacina é gratuita e oferecida na rede do Sistema Único de Saúde (SUS). Na unidade de vacinação da rede municipal e estadual, o viajante receberá o Cartão Nacional de Vacina, válido apenas no Brasil. Para realizar a troca do Cartão Nacional de Vacinação pelo Cartão Internacional (CIVP), o viajante deverá procurar os Centros de Orientação ao Viajante. Os postos da Anvisa nos portos e aeroportos não aplicam mais a vacina, apenas efetuam a troca dos cartões nacional pelo internacional. Para quem reside em São Paulo, uma opção é procurar diretamente o Ambulatório dos Viajantes no Hospital das Clínicas ou no Emílio Ribas, que aplicam a vacina e emitem diretamente o certificado internacional. Algumas clínicas particulares (e não gratuitas), como o CEDIPI, também emitem o certificado internacional.
Para maiores informações, postos de vacinação e troca do certificado na sua cidade: Anvisa
Dependendo do destino, outras precauções devem ser tomadas, mas na maioria dos países turísticos da África o único risco maior é a malária, e apenas em algumas regiões específicas. Nossos clientes recebem recomendação especial sobre profilaxia e riscos caso seu destino seja uma área de malária.

A maioria das regiões turísticas da África do Sul possui risco zero de malária. Nos outros países, o risco depende da região, tempo de permanência e da época do ano (quanto mais quente e chuvoso, maior o risco). Merecem particular atenção Moçambique e Uganda. Em menor escala, Madagascar, Malawi e Zâmbia. Na região dos parques, Quênia e Tanzânia apresentam risco baixo, um pouco maior na zona litorânea. Os profiláticos possuem sérios efeitos colaterais e não eliminam totalmente o risco de contrair a doença. Por isso, antes de tomar a decisão de tomar ou não um profilático, consulte-nos sobre o risco na região viajada e em seguida consulte seu médico de confiança ou o serviço de informações de saúde dos viajantes da SUCEN (www.sucen.sp.gov.br). Após contraída, se não for tratada, a malária é uma doença fatal. Se for corretamente prevenida ou diagnosticada e tratada em tempo, não apresenta maiores riscos para a saúde.

Dinheiro e gorjetas

A resposta varia de acordo com cada indivíduo, o destino e o tipo de pacote adquirido. Lodges de safári e alguns resorts nas ilhas incluem pensão completa, reduzindo os gastos extras. De forma geral, US$ 50 a 100 por pessoa por dia de viagem é uma boa referência. É possível gastar menos e obviamente muito mais, mas para despesas cotidianas gerais, sem incluir passeios e atividades opcionais, normalmente é uma estimativa adequada.

Em viagens para a África do Sul, compre sempre dólares norte-americanos ou euros. Em outras localidades da África, o dólar é a melhor opção. Sempre é necessária uma nova troca pela moeda local no país de destino, a única moeda africana que pode ser comprada já no Brasil é o rand sul-africano. Mas é um conforto ainda caro, pois as cotações do rand no Brasil não costumam ser favoráveis.

Traveller checks são mais seguros que portar dinheiro em espécie (cash), mas na maioria dos países da África são muito difíceis de trocar e estão caindo em desuso. Não é o caso da África do Sul, onde todos os principais bancos trocam traveller checks e cartões de crédito ou débito são aceitos na maioria dos estabelecimentos (exceto alguns postos de gasolina). Nos demais países, cartões são bem aceitos apenas nos estabelecimentos turísticos. Evite utilizar moeda estrangeira em qualquer transação cotidiana, você sempre sairá perdendo e em alguns países é ilegal. Faça sempre as trocas de moeda em instituições credenciadas e guarde o seu comprovante da transação até o final da viagem. Com o IOF em vigor no Brasil, a opção pelo valor em espécie acaba prevalecendo: quando se compra travellers ou carrega-se uma quantia no cartão de débito, incide IOF de 6,38% e aplica-se a taxa de câmbio do momento que se faz a compra da moeda. Embora seja a opção mais prática, o cartão de crédito também possui IOF de 6,38% e o câmbio será fechado na data de pagamento da fatura, de acordo com as taxas da administradora, o que certamente não é desejável em um cenário de instabilidade cambial. Para compras em espécie, o IOF é de 1,1%.

Os cartões de débito são normalmente vendidos pelos bancos em geral, administradoras de cartão e corretoras de câmbio. Recomendamos que consulte as taxas de câmbio praticadas e sempre dê preferência em utilizar a moeda do país onde passará a maior parte do tempo na sua viagem. Na África, isso só é possível na África do Sul, pois somente o rand (moeda sul-africana) é vendido no Brasil. Para os demais países, o mais indicado é comprar dólar americano.

Para comprar cartão de débito em dólar, euro ou diretamente em rand, recomendamos a Confidence Câmbio, fone 0800-7702015. Após consultar a taxa de câmbio, informe que é cliente da Atlantic Connection Travel, para ter acesso a uma taxa mais vantajosa. Maiores informações: www.confidencecambio.com.br

Guias em serviços pré-contratados ou pré-pagos devem ser gratificados se oferecerem um bom serviço. O valor sempre fica a critério do cliente, mas no caso de guias de safári na África do Sul, Quênia ou Tanzânia recomendamos algo como US$ 10 a 15 por pessoa por dia completo de serviço. Casais ou grupos maiores, o valor por pessoa pode ser proporcionalmente menor. Em serviços não-contratados, é importante estabelecer com o guia um valor antes do serviço ser prestado.
Em restaurantes a regra é gratificar um bom serviço com um mínimo de 10% do valor da conta. Em alguns restaurantes o serviço já vem incluso na conta, em outros não, mas sempre é esperado que seja pago (muitos garçons não recebem salário, apenas a gorjeta).
Carregadores de bagagem em aeroportos (utilize apenas os uniformizados e autorizados, mas prefira utilizar os carrinhos de bagagem quando disponíveis) e hotéis devem ser gratificados na média de US$ 1 a 2 por mala.
Guardadores de carro, em especial na África do Sul, realmente cuidam do seu carro e devem receber US$ 0,5 a 1 no retorno.
Prefira sempre gratificar na moeda local. Valores apenas referenciais.

O VAT (value added tax, ou imposto sobre o valor agregado) incide sobre todos os produtos na África do Sul, com alíquota de 14%. Os produtos que não são consumidos podem ter o VAT reembolsado aos turistas estrangeiros na saída do país (alimentos, combustível ou serviços, por exemplo, não são passíveis de reembolso). Para isso é necessário juntar todas as notas fiscais dos produtos (tax invoices), o passaporte e um printer do E-TKT (que mostre a data de saída da África do Sul), e dirigir-se ao "tax refund office" antes do check-in, em Cape Town ou Johannesburg. Será feita inspeção aleatória dos produtos (mantenha os produtos mais valiosos na bagagem de mão ou com fácil acesso). Aprovada a inspeção, o reembolso será feito através de um cartão de débito. O reembolso médio acaba ficando na faixa de 10% do valor total dos produtos, após os descontos. Para maiores informações favor visitar www.taxrefunds.co.za

Safári

O safári praticado em qualquer viagem da ACT é fotográfico e possui como objetivo principal e geral a contemplação da natureza. Outros objetivos secundários podem existir para cada indivíduo, como observar uma espécie determinada, procurar os Big 5 (leão, leopardo, elefante, búfalo e rinoceronte) ou acompanhar um fenômeno migratório. Os safáris guiados duram cerca de 3 horas e normalmente ocorrem de manhã cedo, no final da tarde ou início da noite (safári noturno).

O safári é uma atividade cara pois envolve custos altíssimos na conservação dos parques, reservas e lodges em regiões remotas, entre outros fatores. No caso das reservas privadas e lodges, o alto nível dos serviços também contribui para elevar os preços, bem como taxas e impostos governamentais. Em tese, a forma mais em conta de se fazer um safári de qualidade é visitando de carro um parque nacional na África do Sul (como o Kruger National Park). Mas só é indicada para quem possui tempo disponível e experiência prévia em safári.

Uma reserva privada é uma área de propriedade privada, com animais selvagens vivendo livremente em seus domínios, e possui estrutura de acomodação e gastronomia para receber turistas de todo o planeta. Normalmente esta estrutura é sofisticada, os preços são altos e as atividades de safári e refeições estão inclusas na diária.
Um parque nacional é uma área de propriedade governamental (normalmente muito maior em extensão que as reservas privadas), com fauna e flora sob proteção, que também possui estrutura de visitação, na maioria dos casos com acomodação e opções de alimentação. Menos sofisticada que as reservas privadas, mas normalmente com excelente estrutura, possui preços mais em conta. As atividades de safári e refeições não estão inclusas na diária e para visitar o parque é necessário estar com um automóvel alugado, ou dentro de uma viagem em grupo.

Para uma primeira experiência de safári, a reserva privada certamente é a melhor opção, pois maximiza o tempo disponível e oferece safáris guiados por guias especialistas (rangers), o que aumenta as chances de encontrar os animais, educa e informa sobre a vida selvagem. Além disso, oferecem todo o conforto e assistência para que se possa extrair o máximo da experiência. Para quem possui grande interesse no safári e mais tempo disponível, recomendamos a combinação das duas opções, o que é oferecido em alguns roteiros Journeys na África do Sul. Para iniciados em safári e amantes da natureza, os parques nacionais também são uma ótima opção, com custo mais baixo e menor sofisticação.

Há diversas regiões de safári na África do Sul. Em algumas delas os animais são nativos e em outras, os animais foram introduzidos artificialmente (para fins turísticos). A região mais completa e versátil é a do Kruger, por ser a área que concentra mais espécies, com maior densidade de animais, e com as melhores condições climáticas e geográficas. Outros parques e regiões, como o Kalahari, KwaZulu-Natal e Eastern Cape, são recomendados para interesses específicos, mas para um primeiro safári a região do Kruger é imbatível. Pilanesberg (próximo ao complexo de Sun City) e Madikwe são opções para quem possui pouco tempo disponível e viaja com crianças. As reservas próximas de Cape Town e na Garden Route são desaconselháveis, pois do ponto de vista ecológico, são meros zoológicos disfarçados.

O clima nesta faixa litorânea (Western Cape) é mediterrâneo, e a maior parte dos animais de safári não se adaptam bem. Não são nativos da região e vêm sendo trazidos para estas reservas para aproveitar o fluxo de turistas na região de Cape Town e Garden Route. Em resumo, são zoológicos disfarçados de reservas de safári. Há exceções nas regiões semi-desérticas do Karoo e Klein Karoo, mas as condições são diversas das encontradas na savana típica e não recomendáveis ao público brasileiro, por apresentarem baixa densidade de animais.

Mesmo na África do Sul, as regiões de safári apresentam diferenças significativas. A resposta abaixo é generalista e para fins turísticos somente.
A África do Sul possui alguns dos melhores parques nacionais e reservas privadas do continente. O acesso é mais fácil e prático devido à proximidade ao aeroporto de entrada (Johannesburg). O contato com a natureza é pleno e a savana mais fechada que em outros países. Podemos afirmar que é o melhor custo x benefício em safári, especialmente para quem o faz pela primeira vez. Além do Kruger, são regiões tradicionais de safári o Kalahari e certas áreas das províncias de Kwazulu-Natal (em especial o Hluhluwe-Imfolozi Park) e Eastern Cape.
Quênia e Tanzânia são destinos clássicos de safári e muitos consideram o leste africano como o melhor destino de safári do mundo. As savanas são mais abertas, há abundantes fenômenos migratórios e a natureza é exuberante. O acesso é bem mais demorado e complexo, a logística mais complicada e as reservas fenomenais, porém caríssimas. Fortemente recomendado para quem não possui restrições de orçamento e já é iniciado em safári, ou deseja fazer uma viagem focada ao tema. São parques de renome internacional: Masai Mara, Samburu, Amboseli, Tarangire, Lake Manyara, Serengeti, Ngorongoro, entre outros.
Botswana é um destino clássico de safári, e muito procurado devido ao delta do Okavango, que permite incríveis safáris em barcos de madeira. As reservas são muito sofisticadas, caras e muito adequadas para extensões de roteiros na África do Sul, para quem procura complementar a experiência de safári. Também estão em Botswana as reservas de Chobe e parte do Kalahari.
A Namíbia possui um ótimo parque nacional de safári, o Etosha, que é recomendável para quem visita o país em roteiros self-drive.
South Luangwa, na Zâmbia, é um dos melhores e mais remotos parques do continente, perfeito para quem deseja uma experiência de vida selvagem fora do eixo tradicional.
Uganda e Ruanda são destinos famosos para rastreamento de gorilas e chimpanzés. Também há regiões de safári de boa qualidade, mas com menos estrutura, na Swazilândia, Malawi e Zimbábue. Há projetos de reintrodução de animais nos parques de Moçambique, devastados pela guerra civil.

Considerando custo, limitação de tempo, praticidade e qualidade, sem dúvida a África do Sul. Se o objetivo principal da viagem for o safári, e o custo não for uma limitação, então Quênia e Tanzânia devem ser considerados.

A África do Sul, devido à melhor estrutura, acesso conveniente, maior experiência no trato com crianças e segurança para toda a família. A Tanzânia também é ótima opção, mas recomendável a partir dos 8 anos, pois o tempo dedicado ao safári é maior e os deslocamentos mais longos.

Todas as reservas privadas incluem dois safáris diários (com duração média de três horas e orientação de rangers e/ou trackers, sempre em inglês) e três refeições (café, almoço e jantar). O horário de check-in sempre é após às 12 horas (os voos para as reservas sempre chegam próximo a esse horário). Após o check-in é servido o almoço e são apresentadas as instalações e informações gerais sobre a reserva e a estada. O primeiro safári ocorre no final da tarde, entre 16-17 horas (depende da época do ano), e ainda existe a opção de se trocar o safári da tarde pelo safári noturno. Cada reserva tem seus horários específicos e o jantar normalmente é servido em uma boma à moda sul-africana, após o safári vespertino ou noturno. No dia seguinte, o safári matinal ocorre de manhã bem cedo (começa entre 5 e 6 horas), horário em que os animais estão mais ativos. Durante o safári há café com biscoitos, mas o café da manhã é servido após o final do safári. Algumas reservas oferecem walk safaris e passeios opcionais. No dia do check-out, os quartos devem ser desocupados até às 10 horas.

Os parques nacionais de safári (como o Kruger, o Kalahari, o Addo) possuem portões (gates) que se abrem entre 5 e 6 da manhã, de acordo com a época do ano. Na entrada deve ser paga a taxa de conservação (conservation fee), cerca de US$ 20 por pessoa por dia. É uma taxa de entrada e mesmo quem não vai pernoitar no parque deve pagá-la. Nossos pacotes não incluem a taxa de conservação, apenas a acomodação e pernoite dentro do parque. Após a entrada, pode-se trafegar livremente pelo parque, respeitadas as normas e regulamentos, até às 5 ou 6 horas da tarde, horário de fechamento dos portões. Após este horário, deve-se estar dentro de um rest-camp (apenas para quem vai pernoitar dentro do parque e possui uma reserva confirmada), ou fora do parque. Durante todo o dia também estão disponíveis atividades opcionais, como caminhadas, churrascos na savana (braai) e safáris guiados pelos rangers do Kruger, em veículos abertos. Após o fechamento dos portões, não se pode mais trafegar com os veículos particulares, mas os night safaris continuam disponíveis, com os rangers do Kruger. Em cada rest-camp há lanchonetes, restaurantes, supermercados e centros de informações.

Esportes radicais e mergulho

Praticamente todos: bungee jump (o maior do mundo), rapel, escalada, rafting, sky-dive, shark-dive, mountain bike, sandboard, kloofing e muito mais. A África do Sul é um dos grandes centros mundiais de esportes radicais e atividades ao ar livre.

A segurança na prática de esportes radicais está relacionada à qualidade do equipamento, ao profissionalismo e competência dos guias e instrutores. A África do Sul é referência internacional neste mercado e as empresas necessitam de autorização especial do governo para poder atuar neste ramo. Qualquer atividade que seja indicada pela ACT está dentro dos mais rigorosos padrões de segurança internacionais.

Após muito debate e controvérsia sobre o tema, e apesar do compromisso e responsabilidade ecológica das melhores operadoras do mergulho, temos a seguinte situação objetiva: se iscas não são utilizadas para atrair os tubarões, a probabilidade de encontrá-los é muito pequena. Com a utilização das iscas (carne, sangue e ultra-som) e a associação destas iscas aos seres-humanos (que ficam protegidos dentro de gaiolas), está havendo uma mudança no comportamento destes tubarões cujas consequências ainda são incertas, mas irreversíveis. Não foi cientificamente provado, até o momento, que a atividade está diretamente relacionada ao aumento de ataques de tubarões na região, mas pesquisas da UCT (University of Cape Town) comprovaram os danos ao ecossistema e aos próprios tubarões. Por isso, respeitamos quem opta por fazer o mergulho, mas não apoiamos ou encorajamos a atividade. Devemos lembrar também da possibilidade de frustração, pois é uma atividade que depende de fatores naturais imprevisíveis. Muitas vezes os tubarões não aparecem, mas sim as condições hostis do oceano. 

Devido às condições hostis do oceano, a costa sul-africana não é um destino tradicional para mergulho, embora Sodwana Bay seja um destino famoso para mergulhadores experientes. De maio a julho, também ocorre a famosa migração das sardinhas na costa de Eastern Cape e KwaZulu-Natal, atraindo mergulhadores que desejam testemunhar o fenômeno. Para quem prefere águas mais quentes, recomendamos os destinos tradicionais de mergulho na região: Mauritius, Reunião, Seychelles, Zanzibar, Madagascar, Maldivas e Moçambique, que também atendem de forma adequada mergulhadores menos experientes. E para quem busca um destino de mergulho inusitado e com características peculiares, o belo lago Malawi é uma opção a ser considerada.

Crianças

A África, em especial a África do Sul, é um destino fascinante para crianças, recomendável a partir dos 4 anos. Além de aguçar os sentidos, educar sobre a natureza e permitir novas descobertas, é uma viagem segura, confortável e que agrada a toda a família. Para outros destinos, recomendamos a partir dos 8 anos, com o cuidado de sempre evitar regiões com alta incidência de malária.

Recomendamos evitar regiões de malária, grandes deslocamentos terrestres ou regiões remotas e distantes dos maiores centros turísticos. Algumas reservas privadas de safári e hotéis de luxo não aceitam crianças.

Algumas das reservas mais sofisticadas e luxuosas possuem restrições para crianças e não são as melhores indicações no caso de viagens familiares. Por outro lado, também há reservas que são especializadas em famílias com crianças de diferentes faixas etárias, oferecendo atividades especiais e recreação infantil, sempre ligadas à temática do safári. O ambiente é familiar e seguro, permitindo que todos aproveitem a experiência da melhor forma.

Transporte e aluguel de automóvel

Há apenas dois sistemas de transporte público urbano recomendáveis, ambos na África do Sul: o sistema Gautrain, trens de superfície conectando o Aeroporto Internacional de Johannesburg com as áreas metropolitanas de Johannesburg e Pretoria, e o sistema MyCiTi, excelente opção para transporte em Cape Town, incluindo o aeroporto.

Excelentes. As principais estão entre as melhores do mundo. As secundárias também são muito boas, não podem ser comparadas nem de longe com as estradas brasileiras: asfalto de qualidade, ótima sinalização e marcações, traçado impecável.

As estradas são seguras e muito bem sinalizadas. Há excelentes postos de serviço, equipados com lojas de conveniência e lanchonetes (alguns não aceitam cartão de crédito para pagamento de combustível). A única dificuldade é a mão é inglesa (direita). Para quem se comunica em inglês, gosta de viajar de carro, possui um pouco de habilidade na direção, capacidade de adaptação e alguma experiência em viagens, alugar um carro é disparado a melhor forma de viajar na África do Sul.

Embora as estradas principais de Cape Town a Alexandria atualmente sejam bem melhores do que se pode imaginar e permitam atravessar todo o continente africano em condições de segurança muito superiores do que em um passado recente, o self-drive só é possível em alguns poucos destinos. Além da África do Sul, onde recomendamos veementemente a opção do automóvel para quem se encaixa no perfil, só oferecemos opções de self-drive regulares em três outros países: Namíbia, que possui ótimas estradas, mas só recomendável a motoristas experientes; Tanzânia, em nossos roteiros especiais de expedições em Land Rovers 4x4; e Reunião, destino insular propício para exploração com automóvel.

Seguro de viagem

Seguro de viagem é um plano de assistência no exterior que inclui uma cobertura contratual referente a uma série de serviços indispensáveis no caso de emergência, tais como: assistência médico-hospitalar, odontológica, farmacêutica, jurídica, extravio de bagagem, repatriação e muitos outros, de acordo com as condições de cada plano. Este seguro também pode incluir cobertura para cancelamento da viagem, o que é extremamente recomendável.

Todos os produtos comercializados pela ACT com origem no território brasileiro incluem o Touristcard Fly Plus, um seguro com cobertura básica, eficiente e assistência 24 horas por dia, sete dias por semana, através de uma central de atendimento em português. É possível adquirir outros seguros com coberturas mais abrangentes e limites maiores mediante suplemento. Por favor consulte-nos sobre as coberturas e limites antes de adquirir o seu pacote.

Sim, é possível mas totalmente desaconselhável, mesmo em viagens curtas, considerando que o valor do seguro é ínfimo comparado com o valor total da viagem e eventuais despesas médicas em caso de necessidade. A rede médica hospitalar internacional e particular nas principais cidades do sul da África é boa, e também muito cara. Mesmo tendo coberturas de cartões de crédito e afins, que são apenas seguros via reembolso, o Touristcard oferece assistência abrangente, que além de orientar e coordenar o atendimento, efetua o pagamento direto das despesas (não se trata de reembolso, apenas nos casos emergenciais de atendimento direto ao segurado). Em qualquer situação, só viaje sem um seguro confiável na hipótese do seu seguro saúde brasileiro ser válido no exterior. Em casos de opção pela não contratação do seguro, um termo de responsabilidade específico deve ser anexado ao contrato (condições gerais).

Turismo Sustentável e Conservacionismo

Turismo sustentável é aquele que atende, simultaneamente, às necessidades dos turistas e das regiões receptoras, ao mesmo tempo em que protege e amplia as oportunidades para o futuro. É um condutor ao gerenciamento de todos os recursos, de tal forma que as necessidades econômicas, sociais e ambientais possam ser satisfeitas sem desprezar a manutenção da integridade cultural, dos processos ecológicos essenciais, da diversidade biológica e dos sistemas que garantem a vida.

O planejamento e prática do turismo sustentável é a mais eficaz forma de evitar a ocorrência de danos irreversíveis aos meios turísticos, de minimizar os custos sociais, econômicos e ambientais que afetam os moradores das localidades, e de otimizar os benefícios do desenvolvimento turístico.

Todas as viagens da ACT observam rigorosamente os princípios de sustentabilidade turística, trazendo inúmeros benefícios tanto aos nossos clientes quanto aos destinos turísticos em que operamos, através das seguintes medidas (entre outras):

  • privilegiando fornecedores que adotam rígidos princípios de sustentabilidade;
  • renunciando ao turismo de massa e fornecedores descompromissados com o meio-ambiente;
  • informando e orientando corretamente os nossos clientes;
  • disseminando os princípios de sustentabilidade no mercado de turismo, com o público em geral e no meio acadêmico;
  • incentivando destinos turísticos com vocação conservacionista;
  • eliminando material gráfico e propaganda desnecessária.

O diretor da ACT, Adriano Lucchesi, é autor da dissertação de mestrado “Exploração Turística e Sustentabilidade: as Reservas de Safári na África do Sul”, defendida e aprovada na ECA-USP. Além de reposicionar a conceituação de sustentabilidade turística, a dissertação analisa de forma inédita a interação entre os parques nacionais e as reservas privadas de safári na África do Sul, formando um modelo peculiar de exploração turística sustentável. A pesquisa para a dissertação foi feita ao longo de 10 anos de viagens na África do Sul (1996 - 2005).

Agente de viagem

Naturalmente. Além de oferecer os melhores produtos de viagem que existem para a África, a ACT oferece os melhores níveis de comissionamento para o agente, treinamento e qualificação do destino e a certeza de satisfação completa ao seu cliente.

Sim, mas os níveis de comissionamento são diferentes em cada divisão, e se um passageiro inicia o atendimento de uma viagem diretamente com a ACT, não será aceita a intermediação da agência para aquela viagem específica.

Basta ser registrado nos órgãos competentes como empresa de turismo. Antes da primeira venda, sua empresa será cadastrada na ACT e receberá um número de identificação permanente. Sua agência também receberá as tabelas progressivas de comissionamento e estará apta a participar do nosso exclusivo programa de treinamento e capacitação de agentes no destino África.

Para pacotes com antecedência de 30 dias ou mais da data de embarque, a reserva deve ser solicitada por escrito, mencionando os nomes dos passageiros, tipo de pacote e data de embarque, e mediante o pagamento de sinal de 20% do valor do pacote. Para pacotes com antecedência de 30 a 10 dias da data de embarque, a reserva deve ser solicitada por escrito e mediante o pagamento de sinal de 40% do valor do pacote. Nos dois casos, o sinal é 100% reembolsável no caso de não confirmação do pacote, mas não será reembolsável no caso de confirmação. O sinal deve ser pago exclusivamente através de depósito bancário. Reservas com antecedência menor que 10 dias somente serão aceitas em situações excepcionais e a critério da diretoria. Em qualquer caso, a documentação de viagem é de responsabilidade exclusiva do passageiro. Recomendamos aos agentes verificar a documentação antes de solicitar qualquer reserva.

Não temos nenhum interesse nesta prática. Se o seu cliente está satisfeito com um determinado roteiro, é natural que ele continue com quem o ofereceu. Se for o caso e houver a possibilidade, nossa proposta é melhorar o roteiro, agregar valor nos serviços e eventualmente melhorar o preço.

Pacotes com poucos destinos, simples e comerciais, são fáceis de se comparar, embora raramente eles incluam os mesmos serviços e hotelaria. Muitos sites online tornaram-se referência de valores e são tidos como os preços mais baixos, embora isso nem sempre ocorra e muitas vezes o barato sai caro, quando há a necessidade de alteração, reembolso ou algum suporte que não costuma ser o forte destas empresas.
Com pacotes mais complexos de operadoras de qualidade, os serviços nunca são equivalentes. Há uma série de itens subjetivos, como a confiabilidade da operadora, o grau de conhecimento no destino, a qualidade dos serviços etc. Mas também há itens objetivos e tangíveis: muitas vezes observa-se apenas preço e deixa-se em segundo plano o itinerário, a hotelaria, os serviços inclusos.
Embora nosso foco não seja oferecer o produto mais barato, mas sim o melhor produto em condições justas e competitivas, qualquer cliente que preferir fechar um pacote conosco, e tiver uma condição comercial mais vantajosa com um concorrente, pode e deve nos apresentar tais condições que, se forem válidas e atualizadas, serão cobertas pela ACT.

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